Vereadores prestam depoimento à Polícia Civil — Caso Marielle Franco

Vereadores prestam depoimento à Polícia Civil — Caso Marielle Franco

Vereadores prestam depoimento à Polícia Civil — Caso Marielle Franco

Carlos Alexandre Pereira, de 37 anos, foi encontrado morto a tiros, por volta das 22h do último domingo, 8, dentro de um carro abandonado na estrada Curumau, no bairro da Taquara, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio. A vítima colaborava com o mandato do parlamentar.

Uma das principais linhas da investigação sugere a participação de milicianos na morte da vereadora.

Em seu perfil no Facebook, ele dizia ser "assessor parlamentar" de Siciliano e informava que começara na função no dia 3 deste mês. Ele também postava fotos do que chamava de "fiscalização" em obras feitas a pedido do vereador. Nas suas funções, costumava usar um colete azul numerado, com o nome de Siciliano, que o identificava como colaborador.

Ligado a tucanos, Paulo Preto foi preso nesta sexta-feira
Os cinco são acusados pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e inserção de dados falsos em sistema público de informação. O ex-diretor atuou em gestões do PSDB no governo paulista, durante mandatos de José Serra, Alberto Goldman e Geraldo Alckmin.

PRF apreende drogas e munições dentro de lataria e estepe de carro
Diante dos fatos, o veículo e o condutor foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Água Clara. O utilitário foi clonado, estava embarcado em um caminhão cegonha e seria entregue em Campo Grande/MS.

Barcelona goleia a Roma
Na segunda etapa, foi Manolas quem ampliou o prejuízo italiano, aos 10, enquanto Gerard Piqué fez o terceiro para o Barça, aos 14. A tranquila vitória veio também graças à infelicidade do time adversário, que marcou dois gols contra.

"Foi com grande pesar que recebi a notícia de falecimento do nosso colaborador Carlos Alexandre Pereira". Durante o tempo em que esteve connosco, fez tudo pela sua localidade e estava sempre disponível para ajudar no que fosse necessário. "Me solidarizo com a dor dos familiares e amigos", disse o vereador Marcello Siciliano, em nota.

Marcello Siciliano foi ouvido pelos investigadores da DH sobre o morte de Marielle e de Anderson na última sexta-feira.

Apesar de não poderem ser rapidamente comparadas com as impressões digitais que constam do banco de dados das polícias, agentes que investigam o caso afirmaram à publicação que será possível compará-las com as de um possível suspeito. Siciliano foi um dos oito vereadores da Câmara do Rio chamados para depor na condição de testemunhas. Muita embora tenha havido menção ao fato dos assassinos terem se manifestado quanto a quererem calar a boca de Alexandre, até o momento não houve por parte da perícia qualquer pronunciamento a respeito da balística que comprove a utilização do mesmo lote de balas utilizado na morte de Marielle.

Related news