Síria anuncia chegada dos peritos internacionais a Douma

Um funcionário russo, Igor Kirillov, disse que os investigadores poderão nesta terça-feira visitar Duma, a cidade de Goutha Oriental, nos subúrbios de Damasco, onde o ataque teria sido lançado.

A televisão e a agência estatais sírias anunciaram esta terça-feira que os peritos da Organização para a Prevenção das Armas Químicas (OPAQ) chegaram a Douma, cidade alvo de um alegado ataque químico das forças do regime a 7 de abril. Riabkov disse, em Moscovo, que o departamento de segurança da ONU não deu aos especialistas a autorização para se deslocarem a Douma, cidade próxima da capital síria, Damasco.

O vice-chanceler russo, Serguei Ryabkov, justificou o adiamento pela falta de garantias de segurança aos especialistas da Opaq na ocasião.

A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) disse no sábado que vai manter o inquérito ao alegado ataque de armas químicas, que a 07 de abril (no passado sábado) provocou mais de 40 mortos e 500 feridos, apesar do ataque conjunto dos EUA, França e Reino Unido contra a Síria. "Acesso irrestrito é essencial", informou em comunicado.

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Porém, os deputados consideram que Assad estava "de bom humor" e continuava o seu trabalho em Damasco. Ontem, Teerã reagiu criticando o ataque americano.

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Quem teve o nome publicado no edital deve agendar a perícia pela Central de Atendimento da Previdência Social, no telefone 135 . No Rio Grande do Sul, 5.372 pessoas foram convocadas por auxílio-doença e 8 mil por causa da aposentadoria por invalidez .

No sábado, Estados Unidos, França e Reino Unido bombardearam alvos do governo em território sírio em uma represália ao suposto ataque químico, sem esperar os resultados de uma investigação independente. "Soubemos que os russos visitaram o local do ataque".

Mas o país voltou a criticar Washington, Paris e Londres pelos bombardeios do fim de semana, que para Moscou seriam uma tentativa de "acabar com a credibilidade" da missão.

Os Estados Unidos suspeitam de que a Rússia poderá ter manipulado o local para impedir a descoberta de provas. "Receamos que eles o tenham alterado, com a intenção de frustrar os esforços da missão da OPAQ para realizar uma investigação eficaz", declarou o embaixador norte-americano junto da organização, Ken Ward.

A oposição síria e vários países acusam o regime de Bashar al-Assad da autoria do ataque químico, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirma que ele foi encenado com a ajuda de serviços especiais estrangeiros.

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