Projeções: Viktor Orbán vence eleições na Hungria com 41% dos votos

Projeções: Viktor Orbán vence eleições na Hungria com 41% dos votos

Projeções: Viktor Orbán vence eleições na Hungria com 41% dos votos

O partido nacional conservador do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, se posicionava na liderança das eleições legislativas deste domingo (8), segundo os primeiros resultados oficiais, publicados pelo Escritório Nacional Eleitoral (NVI).

"O futuro do país está em jogo". Devido à falta de pesquisas de boca de urna, espera-se as primeiras projeções para a noite.

Mesmo sem o resultado oficial definido, Orban reivindicou uma "vitória histórica" nas eleições, que o levaria para um terceiro mandato consecutivo na liderança do Executivo, e o quarto em sua carreira.

Espera-se que apenas mais dois partidos, a Coligação Democrática do ex-primeiro-ministro Ferenc Gyurcsany e o partido ecologista Politics Can Be Different, ultrapassem a barreira dos 5% de votos necessários para obter assento parlamentar.

Organização de apoio a investidores pede demissão de Mark Zuckerberg — Facebook
Todos os 2, 2 mil milhões de utilizadores vão poder ficar a saber que apps utilizaram os seus dados e que informações são essas. O objetivo foi alimentar a estratégia de marketing digital da campanha de Donald Trump para a presidência dos EUA em 2016.

Sindicato dos Metalúrgicos do ABC prepara tributo a 'Lula livre' neste sábado
Lula deve se entregar neste sábado (7) após a missa em homenagem à ex-primeira dama Marisa Letícia, que começou na manhã de hoje. O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo juiz Sergio Moro por corrupção e lavagem de dinheiro.

Meirelles deixou mesmo o ministério para ser candidato
No final da tarde, viaja com a comitiva presidencial para Salvador, compromisso que foi acrescentado à agenda no início da manhã. Quando entrou no gabinete de Temer nesta sexta, seus assessores mais próximos não sabiam com segurança o que ele iria fazer.

A oposição fez campanha denunciando o clientelismo, a decadência dos serviços públicos e um poder aquisitivo insuficiente que levou um grande número de húngaros a emigrar. No entanto, a ausência de pactos entre esta formação e uma esquerda fragmentada faz com que o Fidesz conserve todas suas possibilidades de vitória, segundo analistas. Orban diz que quer tornar "irreversíveis" as mudanças aprovadas desde que voltou ao governo, em 2010.

Admirador do presidente russo Vladimir Putin e defensor da democracia iliberal - como foi chamada nos últimos anos esta mistura de culto ao homem, exaltação nacionalista e limitação de certas liberdades em nome do interesse nacional -, Orban exerce há oito anos um estilo de governo com controle crescente sobre a economia, os meios de comunicação e a justiça.

Mas o Partido Popular Europeu (PPE), ao que pertencem também a CDU da chanceler alemã, Angela Merkel, e o PP do espanhol Mariano Rajoy, nunca retirou seu apoio a Orban.

Uma das principais promessas de campanha do Fidesz era deter a "elite globalista" liderada pelo financista George Soros e por Bruxelas, minando a segurança da Europa e a cultura cristã através da imigração em massa de muçulmanos.

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