Procuradoria alemã pede extradição de líder separatista catalão

Procuradoria alemã pede extradição de líder separatista catalão

Procuradoria alemã pede extradição de líder separatista catalão

Após analisar documentos enviados pela Justiça espanhola, o gabinete do procurador-geral do Estado entendeu que o pedido de extradição feito pela Espanha é justificado.

A decisão sobre o pedido de extradição de Carles Puigdemont para Espanha será conhecida esta terça-feira ou, no máximo, até ao final da semana. Ao mesmo tempo foi solicitada a permanência na prisão do ex-líder da Catalunha por o Ministério Público considerar que "existe risco de fuga".

As acusações de desvio de fundos públicos e de corrupção para levar a cabo o referendo secessionista ilegal de realizar o referendo de 01 de outubro de 2017, segundo o Ministério Público, são equivalentes ao crime previsto no Código Penal alemão. Não há previsão de quando uma decisão será tomada.

O Ministério Público alemão solicitou nesta terça-feira a extradição para a Espanha do ex-presidente independentista catalão Carles Puigdemont, detido na Alemanha em 25 de março.

Nos autos do processo, o juiz Pablo Llarena baseou sua acusação em dois conceitos-chave: que houve violência encorajada a partir das instituições na busca pela independência e que esse plano permanece "latente", à espera de ser reativado quando for possível.

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Puigdemont, que seguia de carro em direção a Hamburgo com a intenção de regressar à Bélgica, onde reside, foi detido na sequência de um mandado de detenção europeu e internacional emitido pelo Supremo Tribunal Espanhol.

Nove estão na prisão em Espanha e sete fugiram para o estrangeiro - sobre seis deles recaem mandados de captura. Fizeram-no, afirmam os tribunais, em desrespeito pelos sucessivos avisos e advertências dos tribunais e do Governo central.

Em 27 de outubro de 2017, Madrid decidiu intervir na Comunidade Autónoma da Catalunha, por meio da dissolução do parlamento regional, da destituição do Executivo regional e da convocação de eleições regionais que foram realizadas em 21 de dezembro.

O bloco de partidos independentistas manteve uma maioria de deputados no parlamento regional e está a ter dificuldades para formar um novo executivo.

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