Mísseis de Trump poderiam destruir evidências de ataque químico — Rússia

Mísseis de Trump poderiam destruir evidências de ataque químico — Rússia

Mísseis de Trump poderiam destruir evidências de ataque químico — Rússia

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, questionou se a Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) foi avisada que os mísseis vão destruir "todas as evidências" do ataque químico.

"A ideia original é usar os mísseis inteligentes para varrer os traços para debaixo do tapete?", perguntou Zakharova.

"A Rússia prometeu destruir todos e quaisquer mísseis disparados contra a Síria".

"Através das suas ações, os Estados Unidos agravaram a crise humanitária na Síria, trazem sofrimento para a população civil, favorecem os terroristas que assolam há sete anos o povo sírio e causam uma nova onda de refugiados", considerou ainda a Rússia.

"A Rússia é favorável a uma investigação objetiva e imparcial antes de emitir qualquer julgamento", explicou o porta-voz.

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O governo russo alertou que vai derrubar qualquer míssil dos Estados Unidos lançado contra a Síria devido ao suposto ataque químico no sábado (7) na cidade de Douma, último reduto rebelde da região de Ghouta Oriental.

Em declarações aos jornalistas, o chefe de Estado norte-americano referiu ainda na mesma ocasião que não existiam opções fora da mesa.

O Conselho de Segurança da ONU é formado por Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China.

A oposição síria e vários países acusam o regime de Bashar al-Assad da autoria do ataque, mas Damasco nega e o seu principal aliado, a Rússia, afirmou que peritos russos que se deslocaram ao local não encontraram "nenhum vestígio" de substâncias químicas. Moscou ainda retirou mecanismos que permitem uma investigação e responsabilização sobre ataques com armas químicas na Síria, afirmou a premiê.

A organização, que recebeu um convite oficial do regime sírio para investigar no terreno, "pediu à República Árabe Síria para desencadear os procedimentos necessários para a deslocação", anunciou a OPAQ em comunicado.

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