Lula passa a noite no Sindicato dos Metalúrgicos

Lula passa a noite no Sindicato dos Metalúrgicos

Lula passa a noite no Sindicato dos Metalúrgicos

O ex-presidente foi orientado por aliados a não se entregar à Polícia Federal em Curitiba, como determinou o magistrado, e aguardar em São Bernardo do Campo, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos, cercado de apoiadores, o cumprimento da ordem de prisão.

No fim da noite quinta-feira, a ex-presidente Dilma Roussef e o senador Lindberg Farias (PT-RJ) subiram ao carro de som para discursar. "Consideramos uma prisão política".

Depois de esgotada a "jurisdição" no tribunal, o TRF-4 enviará um ofício ao juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, comunicando a decisão.

Problemas no Corolla geram recall de 120 mil unidades
O objetivo é corrigir uma programação incorreta da unidade de controle eletrônico (ECU) da transmissão CVT. A falha provocou o maior recall da história da indústria e está associado a 22 mortes fora do país.

Facebook: Zuckerberg diz que levará 'anos' para resolver problemas do escândalo
O gestor dos fundos, Scott Stringer, defende que Mark Zuckerberg deve renunciar do cargo de CEO, segundo o Business Insider. As ações do Facebook já caíram 16% nas duas últimas semanas, altura em que o escândalo da Cambridge Analytica foi revelado.

Defensores públicos não reconhecem prisão após segunda instância
O jurista afirma que revogar a possibilidade de prisão em 2ª instância traria grandes riscos para a sociedade. A nota traz vários precedentes dos tribunais superiores que recepcionam essas lições.

Além disso, o PT promete promover manifestações a favor de Lula pelo País e pressiona a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, a pautar o julgamento das ações declaratórias de constitucionalidade (ADC) no plenário da corte para impedir uma prisão do petista após o processo que o condenou encerrar a tramitação na segunda instância. O Sindicato dos Metalúrgicos fica perto do prédio onde Lula vive, também em São Bernardo do Campo, e foi nessa mesma sede sindical que o antigo chefe de Estado acompanhou até ao início da madrugada desta quinta-feira a sessão do Supremo Tribunal em que lhe foi negado um habeas corpus que lhe permitiria continuar em liberdade até serem esgotadas todas as possibilidades de recurso à sentença. "Como brasileiro, estou me sentindo injustiçado e, como ex-chanceler, muito envergonhado", desabafou Amorim na manhã desta sexta-feira. "O presidente tinha direito de recorrer", disse.

Lindbergh Farias disse falou em "perseguição". Essa prisão é um absurdo, ilegal e inconstitucional. Se querem prender, que executem a pena de prisão, que venha pra cá. "Nós não vamos aceitar decisões ilegítimas".

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