Lula é inocente e vai saber enfrentar o momento, diz Dilma Rousseff

Lula é inocente e vai saber enfrentar o momento, diz Dilma Rousseff

Lula é inocente e vai saber enfrentar o momento, diz Dilma Rousseff

"Portanto, se é inocente, tem direito a se candidatar", disse a senadora a jornalistas, em São Paulo.

A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) afirmou hoje que o ex-Presidente brasileiro Lula da Silva vai permanecer no prédio do Sindicato dos Metalúrgicos, em são Bernardo do Campo, à espera de ser detido pelas autoridades. Restou-lhe a opção de ser rápido na assinatura da ordem de prisão do ex-presidente Lula, o maior líder popular surgido no Brasil no vácuo político aberto pela ditadura militar. No caso específico de Lula, ela acompanhou a jurisprudência e negou o habeas corpus, mas deixou claro que poderia votar diferente da próxima vez que a prisão em segunda instância for analisada.

"Hipotéticos embargos de declaração de embargos de declaração constituem apenas uma patologia protelatória e que deveria ser eliminada do mundo jurídico", escreveu Moro ao decretar a prisão. "Viraremos uma republiqueta de bananas", disse.

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"Ele vai enfrentar com a tranquilidade que têm os inocentes", ela acrescentou.

"Na realidade, na política brasileira já não se considerava mais o Lula como candidato à presidência da república". A estratégia definida como ideal é pressionar e conseguir que o STF analise no plenário a jurisprudência que permite a prisão em segunda instância, o que pode ser pautado por meio de duas ADCs (ações declaratórias de constitucionalidade) que tramitam no tribunal. É este o entendimento é de Gilmar Mendes, um dos membros do Supremo Tribunal Federal do Brasil que votou a favor.

A defesa de Lula informou que adotará "todas as medidas legalmente previstas" para impedir a prisão. Sete meses depois, em janeiro de 2018, três desembargadores do TRF de Porto Alegre confirmaram a sentença de Moro e aumentaram a pena do ex-presidente para 12 anos e um mês. Após recursos de "habeas corpus" preventivo negados pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Supremo Tribunal Federal, o juiz federal Sergio Moro, responsável pela Lava Jato, emitiu na tarde de quina (5) o mandado de prisão.

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