FMI prevê crescimento maior para o Brasil neste ano: 2,3%

FMI prevê crescimento maior para o Brasil neste ano: 2,3%

FMI prevê crescimento maior para o Brasil neste ano: 2,3%

A América Latina vai manter sua recuperação neste ano e no próximo, com uma melhora sensível do Brasil, a maior economia da região, mas com uma queda pronunciada da Venezuela, afirmou o Fundo Monetário Internacional (FMI) em sua mais recente projeção divulgada nesta terça-feira (17).

As estimativas do FMI para o PIB do Brasil em 2019 também foram elevadas em 0,4 ponto percentual, passando de 2,1%, em janeiro, para 2,5%, em abril.

De acordo com o relatório Previsões Económicas Mundiais (World Economic Outlook, no original em inglês), hoje divulgado na sede da instituição, em Washington, o FMI também melhorou a projeção sobre o desempenho do PIB em 2019, que passou de 2,1% para 2,5%. Na véspera, por exemplo, foi divulgado que o Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), espécie de sinalizador do PIB, apresentou expansão de apenas 0,09 por cento em fevereiro na comparação com o mês anterior, abaixo das expectativas em pesquisa Reuters com economistas.

Entre as principais economias da zona euro, a Alemanha deverá crescer 2,5% este ano e 2% no próximo - com uma revisão em alta em 0,2 pontos percentuais este ano e uma manutenção da estimativa de crescimento de 2019. A inflação oficial fechou 2017 em 2,95%, a menor taxa desde 1998.

No Programa de Estabilidade, o Governo estima que a economia cresça acima de 2% até 2022, avançando 2,3% em cada um dos anos até 2020, e abrandando em 2021 e novamente em 2022, ao crescer 2,2% e 2,1%, respetivamente.

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Neste sentido, o FMI mencionou o impacto econômico das eleições deste ano em Brasil, México e Colômbia. Os números são mais altos do que os apresentados em janeiro, quando o organismo multilateral esperava, respectivamente, expansão de 1,9% e 2,1% no Produto Interno Bruto (PIB) do país.

"A incerteza política aumenta os riscos na implementação de reformas, ou a possibilidade de reorientar agendas políticas", alertou. Contudo, disse que serão necessários "mais cortes" de gastos para alcançar as metas de déficit primário.

O FMI destacou a magnitude da crise econômica e humanitária na Venezuela, "cada vez maior desde 2014" no âmbito do colapso da produção e exportação de petróleo.

A inflação galopante, de 1.087,5% em 2017, chegará a 13.864,6% em 2018 e a 12.874,6% em 2019, apontou. Segundo o documento, o crescimento esperado deve ser sustentado pelo consumo e investimento privado mais fortes.

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