EUA determina tarifa de 25% sobre 1,3 mil produtos da China

EUA determina tarifa de 25% sobre 1,3 mil produtos da China

EUA determina tarifa de 25% sobre 1,3 mil produtos da China

O documento esclarece que esta medida do governo chinês pretende equilibrar as perdas causadas pelos impostos recentemente criados pelos Estados Unidos sobre os produtos de aço e alumínio que são importados do país asiático. A medida começa a valer a partir desta segunda.

Números que dificilmente devem se repetir a partir das novas medidas políticas adotadas pela Casa Branca e pelo Estado Chinês, que iniciam uma guerra que pode afetar muitos outros setores da economia brasileira - e de muitos outros países do mundo.

As contramedidas anunciadas pelo Ministério do Comércio chinês preveem uma sobretaxa de 25% para as importações de bens americanos como soja, automóveis e aviões - as três principais vendas dos Estados Unidos ao país.

As taxas propostas só poderão entra em vigor depois do período de apreciação pública, que termina em 11 de maio. Com o sistema, as empresas que desejam ter acesso ao mercado chinês precisam, obrigatoriamente, associar-se a um grupo local e compartilhar com este sua tecnologia.

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Após uma investigação do USTR, o presidente Donald Trump anunciou, em março, que os EUA iriam impor tarifas adicionais de até US$ 50 bilhões sobre as importações chinesas em meio a outras medidas contra o que chama de práticas de comércio desleais.

A medida é uma represália ao que Washington considera a transferência forçada de tecnologia americana às empresas chinesas. Esclareceu que as medidas tomadas pelos norte-americanos são consequência do "défice comercial de 500 mil milhões de dólares por ano" e do "roubo de propriedade intelectual" no valor de 300 mil milhões de dólares por ano.

A China negou que suas leis exijam transferências de tecnologia e ameaçou retaliar quaisquer tarifas norte-americanas com sanções comerciais próprias, com alvos potenciais como soja, aeronaves ou equipamento pesado dos EUA. Investidores temem uma disputa comercial em larga escala entre os dois países.

Pequim respondeu de modo imediato à medida e anunciou a intenção de aplicar tarifas de 15% e 25% sobre uma lista de 128 produtos dos Estados Unidos, caso um acordo com Washington não fosse alcançado.

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