Senado dos EUA chega a acordo bipartidário para orçamento, dizem líderes

Senado dos EUA chega a acordo bipartidário para orçamento, dizem líderes

Senado dos EUA chega a acordo bipartidário para orçamento, dizem líderes

Na manhã desta sexta-feira, a Câmara dos Representantes aprovou a nova lei orçamentária de cerca de 400 bilhões de dólares para os próximos dois anos, que havia sido anteriormente aprovada pelo Senado, pondo fim a um breve "apagão" do governo por falta de fundos.

Para evitar que as instituições ligadas ao governo federal continuem paradas, o projeto segue para a Câmara dos Representantes, que deve votar ainda hoje para evitar prejuízos maiores.

Ninguém vai dizer que é um acordo perfeito, mas fizemos tudo que foi possível para encontrar um terreno comum, disse o líder da bancada republicana, Mitch McConnell.

Ele se recusou a recuar e permitir uma votação, forçando um breve "shutdown", ao mesmo tempo em que destacou suas prioridades políticas sobre os excessivos gastos do governo. A administração de Donald Trump avisou, por volta de 23h dessa quinta-feira (8), que os órgãos federais deveriam se preparar para a paralisação. "Vamos a outro shutdown".

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Malcolm Jenkins , Chris Long e Torrey Smith já declararam que não se sentem à vontade. "Eu não me sinto bem-vindo naquela casa. A presença dos atletas campeões da NFL, assim como de outras modalidades esportivas, é uma tradição da Casa Branca .

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Aprovar, em ano eleitoral, uma medida tão polêmica poderia acarretar em prejuízos nas pretensões de alguns parlamentares. Responde à nova realidade demográfica de nosso país e dá sustentabilidade ao sistema previdenciário”, defendeu.

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A assinatura da lei encerra na prática a paralisação do governo ("shutdown"), iniciada às 00h01 desta sexta, depois que o Congresso falhou em aprovar o texto antes do vencimento do prazo da resolução que mantém vigente o financiamento dos gastos federais.

Ontem, porém, tudo indicava que o presidente aprova este novo projeto de lei. No entanto, nas últimas semanas, a Casa Branca já deu sinais de que a questão não é mais prioritária. Ryan disse que apresentará a Trump um acordo sobre os dreamers se tiver a garantia que este o assinará.

Republicanos com inclinação conservadora, que exigem o financiamento do muro, também podem refutar o acordo. Na casa baixa do Congresso, o governo precisou do apoio de deputados democratas. "Acho que deixámos claro que o acordo orçamental deve ser um acordo orçamental e que os membros do Congresso, como Nancy Pelosi, não devem fazer dos nossos militares reféns por causa de um tema diferente", declarou Sanders.

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