Previdência pauta discursos de abertura do ano legislativo

Previdência pauta discursos de abertura do ano legislativo

Previdência pauta discursos de abertura do ano legislativo

Ainda sem votos para passar a matéria no plenário da Câmara, governistas correm contra o tempo para alcançar os 308 votos favoráveis necessários até 20 de fevereiro, quando está prevista para ser pautada. "Se não for votado, aí realmente nós reconhecemos que fica difícil", completou, em entrevista à Rede TV, ontem (5) à noite.

A bancada capixaba na Câmara dos Deputados, que se dividiu na votação da reforma Trabalhista, agora se posiciona a maioria contra as mudanças na Previdência. Responde à nova realidade demográfica de nosso país e dá sustentabilidade ao sistema previdenciário”, defendeu. Segundo ele, tirando esses dois pontos, "tudo é negociável", desde que os parlamentares garantam os votos necessários para a aprovação da matéria. "Proponho a este Congresso a reforma na segurança pública do Brasil", afirmou.

Para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), a mensagem presidencial ao Congresso foi frustrante porque tentou capitalizar números frágeis da economia e se apoiou à promessa de uma reforma rejeitada por mais de 70% da opinião pública. Aprovar, em ano eleitoral, uma medida tão polêmica poderia acarretar em prejuízos nas pretensões de alguns parlamentares.

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A proposta prevê um novo documento, válido em todo território nacional, que unificará dados biométricos e civis dos brasileiros. Após isso, o usuário terá que ir a um cartório eleitoral para checar as digitais e validar esse pré-cadastro.

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Governo entra na reta final pela aprovação da reforma da Previdência
Na sua opinião, o cuidado em falar sobre o apoio dos congressistas, é natural, porque o governo ainda não alcançou os 308 votos. Ele reclamou do "tensionamento" que a proposta causa e disse que o adiamento pode distensionar a base aliada.

O presidente rebaterá na tecla de que, apesar do déficit de R$ 268 bilhões na Previdência, anunciado em 2017, o seu governo "aguentará" mais onze meses; mas não as próximas administrações. Além de Eunício participaram da cerimônia os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entre outras autoridades. No esforço de mobilização, hoje à noite, Rodrigo Maia vai oferecer jantar aos líderes partidários, numa tentativa de calcular o número de deputados que apoiam a reforma e avaliar aqueles indecisos que podem ser "convencidos". Recentemente, o presidente Michel Temer negou que tivesse jogado a toalha sobre a votação da reforma, mas destacou que o país não podia ficar no tema o ano inteiro. A aliados, Maia já admitiu que, sem a nova Previdência, são propostas como estas que vão acalmar o mercado.

Maia disse que o cenário para a eleição presidencial está muito "aberto" e que, tirando a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não há mais nenhuma candidatura consolidada.

A resistência de Marun começa a se tornar um foco isolado no governo, diante do pessimismo dos principais ministros e auxiliares de Temer e do próprio presidente da Câmara quando ao avanço da medida no Congresso. O encontro ocorreu na residência oficial da Presidência da Câmara, antes da abertura da sessão de retomada dos trabalhos no Congresso. "Qualquer um, de qualquer partido de centro, de direita ou de esquerda tem condições de construir uma candidatura presidencial", afirmou, dizendo que nenhum candidato, além de Lula, tem intenção de voto consolidada.

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