Presidente do Congresso vê reforma da Previdência como instrumento para eliminar "privilégios"

Presidente do Congresso vê reforma da Previdência como instrumento para eliminar

Presidente do Congresso vê reforma da Previdência como instrumento para eliminar "privilégios"

Por ser uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a reforma da Previdência precisa dos votos de pelo menos 308 dos 513 deputados, em dois turnos de votação, antes de seguir para o Senado.

Pelo cronograma apresentado em dezembro pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a discussão da proposta será iniciada nesta semana.

Ontem, domingo (4), o presidente Michel Temer reuniu aliados no Palácio do Jaburu, sua residência oficial, para discutir alguns pontos da reforma que ainda podem ser alterados, como forma de atrair apoio de parlamentares 'em cima do muro'. O relator Arthur Maia (PPS-BA) já admite que o texto não deve ser votado no dia 19 de fevereiro. Com isso, os deputados retornarão a Brasília durante os próximos dias, levando o Planalto a intensificar as articulações para aprovar a reforma. A declaração vem logo depois da série de notícias afirmando que ele deseja "engavetar" a proposta caso o governo não atinja o apoio necessário no dia marcado para a votação, 20 de fevereiro.

O dólar fechou com alta de 1 por cento nesta segunda-feira e perto do patamar de 3,25 reais, em meio à fuga do risco no exterior com os temores de que os juros nos Estados Unidos podem subir mais rápido e, assim, influenciar o fluxo de capital global.

Oliveira também defendeu que a reforma da Previdência elimine privilégios sem afetar os mais pobres.

O governo federal cometeu uma gafe na reta final de sua campanha pela aprovação da reforma da Previdência nas redes sociais.

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Apesar do esforço conjunto, ainda não foi definido um cronograma dos projetos que devem ser levados ao plenário das duas Casas nos próximos meses.

Ao lado de Maia, o presidente do Senado, Eunicio Oliveira (MDB-CE), não falou com a imprensa.

"Com certeza ainda temos muitos desafios, o Brasil é um país muito desigual", afirmou, defendendo uma Previdência "que garanta aos servidores públicos os mesmos direitos de um trabalhador mais simples".

Diante desse quadro, repleto de dificuldades e também de muitas possibilidades, sobressai a responsabilidade do presidente da Câmara na aprovação da reforma da Previdência.

Ele citou ainda a privatização da Eletrobras como uma medida sobre a qual os deputados vão se beneficiar em breve. "Essa Previdência vem para garantir igualdade", disse Maia durante a abertura do Ano Legislativo. Na área trabalhista, a mensagem faz uma defesa das mudanças na legislação provocadas pela reforma da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e novas regras de terceirização. O protesto terá transmissão ao vivo pela página do Facebook do PCdoB na Câmara. No ano passado, Michel Temer fez questão de estar presente.

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