Informalidade foi o motor do emprego no país em 2017, aponta IBGE

Informalidade foi o motor do emprego no país em 2017, aponta IBGE

Informalidade foi o motor do emprego no país em 2017, aponta IBGE

A taxa de desemprego no último trimestre de 2017 ficou em 11,8%, com 12,3 milhões de desempregados.

Os últimos meses do ano costumam ser o pico de emprego por fatores sazonais, como a contratação de pessoal extra para as vendas de fim de ano.

Já a população ocupada chegou a 92,1 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2017: uma alta de 0,9% em relação ao trimestre anterior.

Em 2017, o Brasil perdeu 20.832 postos de trabalho formais, terceiro ano seguido de déficit apesar do início da recuperação econômica e da vigência das flexibilizações trabalhistas defendidas pelo governo para impulsionar o número de vagas, segundo o Ministério do Trabalho. Para 2018, analistas estimam que a taxa média do ano deva ficar na casa dos 12%, ou seja, ainda em dois dígitos.

A taxa de desemprego do ano de 2017 ficou em 12,7% e foi recorde da série histórica da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio Mensal (Pnad), iniciada pelo IBGE em 2012. Já o total de ocupados ficou em 90,65 milhões, ou seja, 0,3% a mais do que em 2016 (90,38 milhões). Já a taxa do último trimestre de 2016 havia sido de 12%.

El rey de la edición 60 de los Grammy — Bruno Mars
El premio era disputado con otro grande de ese género: Jay-Z que fue sin duda el gran perdedor de la noche. Una de las categorías más importantes y que todo artista sueña con ganar, es la de mejor nuevo artista.

"Queria que o Lula disputasse as eleições", diz Temer
Michel Temer declarou que considera este momento pós-recesso mais favorável à aprovação da reforma do que o fim do ano passado. Não vou admitir mais que se diga impunimente que o presidente é trambiqueiro, que fez falcatruas.

Governo encerra 2017 com déficit primário de R$ 124,4 bi
As concessões de blocos de petróleo, aeroportos e hidrelétricas, também reforçaram as contas públicas em R$ 32,1 bilhões em 2017. Somente em dezembro, as contas registraram um deficit primário de R$ 21,168 bilhões, quando as despesas superam arrecadação.

O número de empregados no setor privado caiu em 953 mil pessoas entre esses dois anos. Desde 2014, a redução nesse contingente foi de 3,3 milhões.

Em contra partida, o total de empregados sem carteira de trabalho assinada (11,1 milhões de pessoas) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior, mas subiu 5,7% (mais 598 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,2 milhões de pessoas) cresceu 1,3% na comparação com o trimestre julho-setembro (mais 288 mil pessoas).

A esses empregados somam-se mais 1,07 milhão de pessoas que passaram a atuar como trabalhadores por conta própria, sempre na comparação entre o quarto trimestre de 2016 e 2017.

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