EUA: Congresso divulga documento que expõe suposto abuso do FBI

EUA: Congresso divulga documento que expõe suposto abuso do FBI

EUA: Congresso divulga documento que expõe suposto abuso do FBI

O Partido Democrata e o FBI já contestaram a divulgação do documento, por considerarem que manipula a informação e que visa descredibilizar a investigação, uma acusação que os republicanos recusam, embora não seja uma decisão consensual no próprio partido.

E esta sexta-feira, adianta o Washington Post, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou mesmo a divulgação de um memorando onde o FBI é acusado de ter agido com motivações políticas quando resolveu vigiar Carter Page, antigo conselheiro (sobre política internacional) da campanha de Donald Trump - a policia federal desconfia que Page pode ser um espião russo e ter auxiliado na alegada ingerência do Kremlin nas eleições norte-americanas. Nesta semana, o vice-diretor do FBI, Andrew McCabe, antecipou sua saída do órgão -ele disse que iria se aposentar depois de ter sua imparcialidade questionada pelo presidente- e agora o caso do memorando parece acirrar mais os ânimos. Considera que as conclusões são uma "desgraça".

O presidente da Câmara dos Deputados disse que o memorando não vai interferir na investigação comandada por Robert Mueller, que tenta descobrir se integrantes da campanha de Trump colaboraram com os russos.

Adam Schiff, o democrata de mais prestígio na Comissão de Inteligência, afirmou na quarta-feira à noite, em uma carta aberta a Nunes, que foram realizadas mudanças "substanciais" no memorando, sem o conhecimento nem a aprovação dos membros da comissão, antes do envio à Casa Branc.

Trump reagiu assim ao relatório republicano do Comitê de Inteligência da Câmara de Representantes que acusa essas agências de negligência na investigação sobre a trama russa, e de ignorar uma das suas fontes a favor dos democratas.

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Contudo, a nota não especifica qual dos dois advogados detidos é que foi alvo da caução. Na investigação, o Ministério Público é coadjuvado pela Polícia Judiciária.

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Os congressistas consideram estar perante uma "falha preocupante dos processos legais definidos para proteger de abusos os cidadãos americanos".

Contendo quatro páginas, o memorando avalia a solicitação de um mandado de vigilância impetrado pelo FBI contra um assessor de campanha de Trump. "Muitas pessoas deveriam sentir vergonha de si mesmas", disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. Tal feito, acrescentaram, seria considerado uma "tentativa de obstruir a Justiça". Trump enviou o documento nesta sexta de volta ao Comitê, que então o tornou público. Rosenstein supervisiona Mueller, responsável por investigar a interferência da Rússia nas eleições de 2016 e os vínculos dos funcionários do Kremlin com a campanha republicana.

A publicação do documento levou os democratas a exigir a demissão de Devin Nunes da presidência do Comité do Serviço de Informações.

"Este relatório defende totalmente Trump na investigação".

O relatório, que gerou uma enorme turbulência política nos EUA, foi divulgado pelo governante apesar da advertência do FBI de que o documento continha "omissões de fatos materiais" que comprometiam sua "exatidão".

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