"Brasil está inviabilizado se não houver reforma da Previdência", afirma ministro

"Brasil está inviabilizado se não houver reforma da Previdência", afirma ministro

Um dos imprescindíveis aliados de Temer, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que, se a reforma não for votada neste mês, o governo não tem a intenção de insistir indefinidamente.

Marun deixou a Firjan por volta das 11h30 e seguiu para a Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), onde também falará a empresários sobre a necessidade de aprovação da reforma da Previdência.

Na quinta-feira, dia 1º, em entrevista ao Broadcast, Temer afirmou que a reforma tem que ser definida em até três semanas.

Susana Werner desmente ida de Julio Cesar a festa com mulheres
Conforme antecipamos aqui no TV Foco, a ex-atriz e ex-modelo Susana Werner está desolada. Júlio Cesar , por sua vez, parece não ter ligado muito para o desabafo da esposa.

Sequência de 'A paixão de Cristo' é confirmada por Jim Caviezel
A paixão de Cristo custou cerca de US$ 30 milhões para ser filmado e produzido, obtendo bilheteria superior a US$ 612 milhões. A Paixão de Cristo estreou em 2004 e dividiu as opiniões do público e da crítica especializada.

Informalidade foi o motor do emprego no país em 2017, aponta IBGE
Para 2018, analistas estimam que a taxa média do ano deva ficar na casa dos 12%, ou seja, ainda em dois dígitos. A taxa de desemprego no último trimestre de 2017 ficou em 11,8%, com 12,3 milhões de desempregados.

"Temos tido ousadia de fazer algo que pessoas dizem que vai gerar impopularidade, mas não temos preocupação com popularidade e sim com o Brasil", afirmou. As declarações dos dois mostram uma inflexão no discurso do governo, que tratava a votação da reforma da Previdência como caso de vida ou morte para as finanças do públicas do país e uma batalha da qual não abriria mão.

"É preciso um fechamento das reformas com a reforma da Previdência, que não é para o meu governo", disse, destacando que o déficit tende a aumentar e no futuro o benefício corre o risco de não ser pago. "Agora é preciso convencer o povo, porque o Congresso sempre ecoa a vontade popular", completou. No entanto, apesar do otimismo do presidente, governistas admitem que ainda não possuem o apoio de 308 deputados, número necessário de votos para aprovar o projeto que promove uma mudança na Constituição. "Se passar de fevereiro, não podemos ficar com essa pauta de forma indefinida".

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