Redução de imposto nos EUA vai impulsionar o PIB global — FMI

Redução de imposto nos EUA vai impulsionar o PIB global — FMI

Redução de imposto nos EUA vai impulsionar o PIB global — FMI

Apesar da melhora na expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), creditada a uma "recuperação mais firme no Brasil" em 2017, o relatório aponta que o país deve ter crescimento bastante inferior ao do resto do mundo, estimado em 3,9% em 2018 e 2019. Segundo o FMI, a região deve crescer 1,9% neste ano, como projetado em outubro, e deve registrar uma expansão de 2,6% no próximo ano, acima dos 2,4% estimados anteriormente pela instituição multilateral.

Apesar do otimismo, o FMI não foge à sua cartilha e exorta os governos a aproveitarem o ciclo de fortalecimento das economias para promoverem reformas e ajustes que o sustentem, já que a partir de 2022 a reforma tributária dos EUA elevará os impostos de parte das famílias de classe média, o que deve afetar o consumo e, possivelmente, a demanda global.

Já para os mercados emergentes as projeções foram mantidas em crescimento de 4,9% neste ano e 5% em 2019, puxado pelas maiores economias do bloco, a China (que avançará 6,6% e 6,4%, segundo o fundo, 0,1 ponto acima da projeção anterior) e a Índia, que saltará 7,4% e 7,8%, respectivamente.

Este aumento dos investimentos deve se traduzir em um crescimento adicional de 1,2 ponto percentual até 2020, que seria gradualmente reduzido a partir de então, dada a natureza temporária de algumas das medidas. No relatório, os responsáveis da entidade com sede em Washington alertam que os factores que nesta fase estão a contribuir para um impulso da economia mundial não se poderão prolongar por muito mais tempo e pedem que os Governo tomem em antecipação medidas que permitam aumentar o crescimento potencial e minimizar o risco de entrada numa nova crise.

A actualização das previsões que o FMI tinha efectuado em Outubro foi apresentada esta segunda-feira em Davos e dá aos líderes políticos e empresariais que se irão reunir na estância turística suíça mais motivos para estarem optimistas.

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Além disso, o FMI indicou que existe um cenário de "melhorias nos preços de commodities e também condições mais fáceis de financiamento em alguns dos países exportadores de matérias-primas".

Mas se o FMI manteve sua visão otimista a curto prazo, reiterou que a economia mundial deve se manter atenta à situação geral para evitar retrocessos.

Os cortes de impostos provavelmente ampliarão o déficit em conta corrente dos Estados Unidos, fortalecerão o dólar e afetarão fluxos de investimentos internacionais, disse o economista-chefe do FMI, Maurice Obstfeld.

Apesar das expectativas positivas, o Fundo chama a atenção para o impacto que o contexto político incerto pode ter no crescimento mundial.

O fundo aponta a reforma fiscal implementada pelo presidente americano Donald Trump como principal motor para o crescimento da economia global.

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