Posse da deputada Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho é suspensa

Posse da deputada Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho é suspensa

Posse da deputada Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho é suspensa

Prevista para a próxima terça-feira, 9, a posse da deputada federal Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho foi suspensa pela 4ª Vara Federal de Niterói, no Rio de Janeiro.

Depois que foi anunciada como futura ministra do Trabalho, Cristiane Brasil se tornou centro de uma polêmica, por ter sido condenada duas vezes pela Justiça trabalhista.

"Em exame ainda que perfunctório, este magistrado vislumbra fragrante desrespeito à Constituição Federal no que se refere à moralidade administrativa, em seu artigo 37, caput, quando se pretende nomear para um cargo de tamanha magnitude, ministro do Trabalho, pessoa que já teria sido condenada em reclamações trabalhistas", escreveu o juiz em sua decisão.

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O acordo também seria um caso emblemático de venda de start-up, em que negociações que superam os nove dígitos são raras. Em agosto de 2016, quando se acirrava a disputa com a Uber, a companhia lançou a modalidade Pop, de carros particulares.

Os dois motoristas alegaram que cumpriam jornadas superiores a 12 horas e que a deputada não pagou horas-extras, férias, 13º salário, FGTS e verba rescisórias na demissão.

Segundo ele, o argumento é com base no princípio da moralidade. Eles entraram com pedido de liminar em várias comarcas do Rio, a mesma estratégia ultilizada para, em 2016, barrar a posse o ex-presidente Lula como ministro da Casa Civil de Dilma. Uma das ações foi movida por Leonardo Eugênio de Almeida Moreira e, nesse caso, a nova ministra fez um acordo para pagar a ele R$ 14 mil, divididos em dez parcelas que começaram a ser repassadas em maio do ano passado. As alegações dos advogados estão baseadas em duas ações trabalhistas movidas por antigos motoristas da deputada, que é filha de Roberto Jefferson, pivô do escândalo do Mensalão. Cristiane, segundo O Globo, afirma que Vera Lúcia chefia o escritório político baseado no Rio de Janeiro e que ela a representou nas audiências do processo. Além disso, ela "entendeu que o dever de garantir o cumprimento do acordado em termos de pontualidade nos pagamentos" cabia à assessora. "Importante ressaltar que os valores pagos são reembolsados pela deputada, restando quitadas ambas as despesas judiciais e pessoais", diz a nota enviada pela assessoria da parlamentar ao jornal. Cristiane já foi nomeada ministra.

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