PF indicia Haddad por caixa 2 na campanha à Prefeitura de SP

PF indicia Haddad por caixa 2 na campanha à Prefeitura de SP

PF indicia Haddad por caixa 2 na campanha à Prefeitura de SP

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) e mais seis pessoas pelo crime de caixa 2 - falsidade ideológica eleitoral - nesta segunda-feira, 15.

No relatório entregue nesta segunda-feira à Justiça Eleitoral, de 32 páginas, o delegado João Luiz Moraes de Rosa, da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor), afirma que "todo conjunto probatório colhido nos autos indica a prestação de serviços gráficos à campanha de Fernando Haddad por parte das empresas LWC e Cândido & Oliveira Gráfica LTDA. em valores acima daqueles declarados à Justiça Eleitoral, bem como o pagamento pela prestação desses serviços via empresas de fachada e recebimento de numerário em espécie, com origem ilícita", citou o portal de notícias G1. Segundo as investigações, Chicão seria o ex-deputado estadual pelo PT Francisco Carlos de Souza. Na peça, aberta em 25 de novembro, pouco após a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, Vaccari teria procurado o empreiteiro "para pagamento de uma dívida de campanha do então candidato a prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, relativa ao pleito de 2012'".

Souza negou em depoimento dado à Polícia Federal em 2017, segundo informa a Folha de São Paulo, que pagamentos de caixa 2 haviam sido feitos para a campanha do ex-prefeito de São Paulo. Vaccari solicitou doações, à pessoas físicas e jurídicas, destinadas ao Partido dos Trabalhadores (jamais destinadas à campanha de candidatos), todas elas absolutamente legais, por via bancária, com emissão de recibos e sob fiscalização das autoridades competentes. A delação do dono da UTC, Ricardo Pessoa, serviu como ponto de partida para o inquérito. Para chegar à identidade dele, a PF utilizou um número de telefone fornecido pelo doleiro Alberto Youssef, além de um processo de reconhecimento por fotografias.

Além disso, a investigação apontou que a ex-mulher de Francisco, Zuleica Lopes Maranhão de Souza, e um irmão do deputado, Gilberto Queiroz de Souza, tinham ligação com as gráficas.

Um ano após vencer BBB, Emilly devolve cobertura no Rio
A gêmea foi dispensada da Globo após não ter seu contrato renovado. "A gente vai poder ficar mais pertinho e vamos nos ver mais", disse ela.

Alegadas agressoras do militar da GNR saíram em liberdade
Duas das mulheres ficaram detidas e vão ser esta quinta-feira presentes ao juiz do Tribunal de Castelo Branco. Não está excluída a hipótese de já ter saído do país.

El Apache y su primer contacto con la redonda en Boca
Surgió la incógnita de cuál será su lugar en el equipo y si el entrenador Guillermo Barros Schelotto no lo ve bien, será suplente. Es el número que utilizó durante su estadía en el fútbol inglés, donde jugó para West Ham, Manchester United y Manchester City.

Após o indiciamento se tornar público, a assessoria de imprensa de Fernando Haddad divulgou um comunicado a informar que "não há o mínimo indício de qualquer participação" dele "nos atos descritos". As investigações do caso foram feitas pela Operação Cifra Oculta, iniciada em 2015.

Na ocasião, a PF pediu a condução coercitiva de Fernando Haddad, da ex-vice-prefeita de São Paulo Nádia Campeão e de outras quatro pessoas, mas a Justiça negou. O uso descuidado do indiciamento sem elementos concretos de prova banaliza o instituto que deveria ser reservado para situações em que ao menos haja indício de envolvimento de alguém em atos ilícitos.

Segundo a nota, a equipe do ex-prefeito diz ter "confiança" de que a ação será bloqueada pela Justiça, "da mesma forma que outras ações do delegado João Luiz de Moraes Rosa".

Related news