Ex-assessor de Trump ataca filho do presidente

Ex-assessor de Trump ataca filho do presidente

Ex-assessor de Trump ataca filho do presidente

O livro tem como base mais de 200 entrevistas com pessoas do círculo próximo de Donald Trump.

"Por causa da impaciência de Trump, o louro se torna alaranjado", cita o jornal New York Post o trecho do novo livro de Wolff.

"Três altos cargos da campanha pensaram que era uma boa ideia se reunir com um governo estrangeiro dentro da Trump Tower na sala de conferências do 25º andar". E profetizou: "Vão dar cabo do Don Júnior como a um ovo na televisão nacional".

Artigo: O que Trump sabe e quando soube de conluio com Rússia? É um e apenas esse: lavagem de dinheiro. O objetivo dos três era obter dados comprometedores sobre a candidata democrata Hillary Clinton. Em causa estará a ocultação de informação ao vice-presidente Mike Pence relativamente a contactos que mantivera com o embaixador russo nos Estados Unidos, Serguei Kisliak. Basta dizer que Wolff relata no livro várias situações de bastidores que afirma serem verídicas e que estão deixando o presidente americano e seus assessores de cabelos em pé, como encontros nada diplomáticos entre o genro do republicano, Jared Kushner, e emissários do Kremlin, além de um suposto plano da filha mais velha dele, Ivanka, de concorrer à presidência no futuro. Visados pela investigação de Mueller, declararam-se inocentes perante um juiz federal de Washington, mas foram confinados a prisão domiciliária com cauções de milhões de dólares.

O conflito entre Trump e Bannon arrisca-se a polarizar ainda mais os quadros do partido conservador e afastar o eleitorado mais à direita. "Obrigado, Sr. presidente", escreveu o jornalista. Além disso, o representante legal do presidente o acusa de "difamar Trump e membros de sua família".

"O caminho para ferrar Trump passa por Paul Manafort, Donald Jr e Jared Kushner. Isto é claríssimo", propugna Bannon através da entrevista a Wolff.

Reforçando este cenário, soube-se no mês passado que os investigadores federais pediram registros do Deutsche Bank, que emprestou centenas de milhões de dólares ao império imobiliário de Kushner.

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O fenômeno não chega a ser considerado algo raro, mas chama a atenção exatamente pelo espetáculo que proporciona no céu noturno. A primeira noite de 2018 traz um encanto especial com ela: a primeira superlua do ano, batizada como "Lua do Lobo".

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"Quando foi despedido (da Casa Branca), não só perdeu seu trabalho, mas também perdeu a razão", afirmou o presidente. "É a única coisa que ele faz bem", acrescentou Trump.

Bannon chamou de "antipatriótica" e "traidora" a reunião de Donald Trump Jr.com uma informante russa durante a campanha eleitoral de 2016.

"Steve Bannon nada tem a ver comigo ou com a minha presidência".

Em comunicado, Harder disse que os comentários de Bannon o expõe a "inúmeras reivindicações legais, incluindo por difamação por calúnia e violação de seu acordo de confidencialidade e desrespeito com nossos clientes".

Ainda segundo o 45.º Presidente, o contributo de Bannon para a vitória na eleição presidencial de novembro de 2016 foi escasso, ao contrário da responsabilidade que teve na recente derrota do ex-senador republicano do Alabama Roy Moore, acusado de abuso de menores. "Agora que está sozinho, Steve está aprendendo que vencer não é tão fácil como eu fiz parecer". Steve teve muito pouco a ver com a nossa vitória histórica, que foi conseguida pelos homens e mulheres esquecidos deste país.

"O Steve finge estar em guerra com a comunicação social, que ele apelida de partido da oposição, mas ele passava o seu tempo na Casa Branca a divulgar informação falsa para os média para dar uma imagem mais importante do que realmente era".

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