Confirmadas 9 mortes após rebelião em Aparecida de Goiânia

Confirmadas 9 mortes após rebelião em Aparecida de Goiânia

Confirmadas 9 mortes após rebelião em Aparecida de Goiânia

Nove presos foram mortos e 14 ficaram feridos.

Em nota, a SSPAP informou que a rebelião foi provocada depois que presos da ala C invadiram a ala B, onde ficam detentos rivais.

Houve troca de tiros, e colchões foram incendiados. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas e não foram detalhados, ainda, a dimensão do que foi queimado. Mais de 100 presos fugiram durante a confusão. Além disso, ele explicou que cerca de 20 reeducandos já foram recapturados. O Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope), com apoio da Polícia Militar retomou o presídio. Um helicóptero da Polícia Militar está sendo usado para dar apoio na recaptura de foragidos. Durante todo o dia familiares de detentos estiveram em busca de informações na unidade prisional. Na unidade prisional de Santa Helena de Goiás, um agente de plantão foi rendido por volta de 0h15.

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A rebelião acontece exatamente um ano depois do motim no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, que deixou 56 presos mortos.

Outro tumulto entre presos, na unidade prisional de Rio Verde, também durante a virada do ano, foi contida pela Polícia.

Na avaliação de Torquato Jardim, os dois episódios estão restritos a disputas locais e não têm similaridade com a guerra de facções deflagrada no início de 2017 e que culminou em mais de cem mortes em estados como Amazonas, Rio Grande do Norte, Paraíba e Roraima. Dados preliminares informam que pelo menos nove detentos foram mortos. E, no dia 6, uma rebelião em Roraira deixou 33 mortos. Naquele mês, também foram registradas mortes de detentos em Maceió e São Paulo.

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