PSD exige Vieira da Silva no Parlamento até amanhã

PSD exige Vieira da Silva no Parlamento até amanhã

PSD exige Vieira da Silva no Parlamento até amanhã

"Estou completamente tranquilo com a minha atuação ao longo dos anos, quer fora, quer dentro do Governo e responderei a todas as questões", insistiu o ministro, observando que foi ele próprio que pediu ao grupo parlamentar do PS para que fosse ouvido no Parlamento.

O primeiro-ministro não encontra motivos para uma eventual demissão do ministro Vieira da Silva, que manteve uma ligação à Raríssimas, cuja presidente foi implicada numa reportagem da TVI como autora de atos lesivos para a instituição.

O ministro reiterou a sua "absoluta tranquilidade" sobre o envolvimento no caso da alegada gestão danosa por parte da ex-presidente da associação, Paula Brito e Costa.

Em declarações aos jornalistas, Hugo Soares avançou que o PSD entregou um pedido no Parlamento para marcar a audição de Vieira da Silva com "carácter de urgência" entre quinta ou sexta-feira.

Hoje, os trabalhadores da Raríssimas avisaram que a associação está em risco de fechar por falta de acesso às contas bancárias e apelaram ao primeiro-ministro para que envie uma direção idónea para permitir o funcionamento.

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A antiga primeira-dama revelou que ainda não teve quaisquer intenções de entrar em contacto com Paula Brito e Costa, a presidente demitida da Raríssimas que alegadamente tem andado a viver uma vida de luxo com dinheiros da instituição de solidariedade, e que a situação se manterá assim pelos próximos tempos.

No entanto, de acordo com a SIC Notícias, Paula Brito e Costa mantém-se a exercer funções na associação, agora como diretora-geral, cargo para o qual tinha o contrato que lhe assegurava aquela remuneração.

Na quarta-feira, elementos da Inspeção-geral do Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social estiveram na Associação Raríssimas para dar início à inspeção na instituição.

O Ministério Público estava também a investigar a instituição, após uma denúncia anónima.

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