PGR denuncia Geddel, irmão e mãe por lavagem e associação criminosa

PGR denuncia Geddel, irmão e mãe por lavagem e associação criminosa

PGR denuncia Geddel, irmão e mãe por lavagem e associação criminosa

A PGR também denunciou pelos mesmos crimes Marluce Quadros Vieira Lima, mãe dos irmãos peemedebistas, Job Ribeiro Brandão, homem de confiança da família e Gustavo Pedreira do Couto Ferraz, ex-diretor da Defesa Civil de Salvador apontado como operador de Geddel, e o empreiteiro Luiz Fernando Machado, dono da Cosbat construtora.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) denunciou o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) e seu irmão, o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA), por associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Na última terça-feira (28), a Polícia Federal enviou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato, as conclusões da investigação sobre os R$ 51 milhões. Job colaborou com as investigações e disse à Polícia Federal que jogou no vaso sanitário documentos que poderiam comprometer o ex-ministro e Lúcio a pedido deles.

Agora, cabe ao ministro Edson Fachin, relator do caso no STF, decidir se aceita a denúncia e se os seis se tornarão réus.

Geddel está preso desde o início de setembro no presídio da Papuda (DF).

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A Operação Tesouro Perdido partiu de uma denúncia anônima por telefone no dia 14 de julho de 2017. "Após essa data, o montante de 42 milhões de reais (10,9 milhões de euros) e cerca de 2,5 milhões de dólares (2,1 milhões de euros) foi transferido em malas e caixas para um apartamento no bairro da Graça, em Salvador", descreve-se no comunicado.

Fragmentos de digitais do ex-ministro foram identificados em sacolas plásticas que envolviam o dinheiro.

"Segundo a denúncia [acusação], de 2010 até 05 de setembro deste ano, a família Vieira Lima cometeu crimes de ocultação da origem, localização, disposição, movimentação e propriedade das cifras milionárias em dinheiro vivo", reforça a Procuradoria brasileira num comunicado.

A PF concluiu que o dinheiro pertence a Geddel, e foi Lúcio Vieira Lima quem providenciou o apartamento onde as malas seriam guardadas.

Os advogados de Job Ribeiro e Gustavo Ferraz também não se manifestaram.

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