Marina Silva anuncia que é pré-candidata à presidência em 2018

Marina Silva anuncia que é pré-candidata à presidência em 2018

Marina Silva anuncia que é pré-candidata à presidência em 2018

A ex-senadora Marina Silva oficializou neste sábado (2) que será candidata à Presidência da República pela Rede, partido que fundou em 2015.

Na reunião chamada Elo Nacional da Rede, que será realizada em Brasília, representantes do partido nos Estados vão entregar a Marina os resultados das conferências estaduais que foram realizadas nos últimos dois finais de semana.

Marina da Silva é evangélica há 20 anos, mas desde a última eleição vem tentando afastar a imagem de religiosa. Essa será a terceira vez que ele concorre ao cargo.

Após a tragédia do acidente de avião que matou o candidato socialista, Marina assumiu a cabeça da chapa, aparecendo em primeiro lugar nas pesquisas divulgadas semanas depois da morte de Campos.

"Todos (do partido), por unanimidade, decidiram que temos de participar do processo de 2018 e que meu nome seja disponibilizado como pré-candidata para essa participação", acrescentou, sendo aplaudida em seguida pelos presentes. "O compromisso e senso de responsabilidade me convocam para este momento", falou Marina.

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Parte do texto assegura: "O Brasil está atravessando um momento muito difícil, não por falta de meios ou potencial para o desenvolvimento estável e sustentável, mas pela derrocada do sistema político como fonte de liderança, credibilidade, representatividade e propostas agregadoras e viáveis para sair da crise e ir adiante".

Com medo de ser comparada à bancada evangélica - que tem posturas que Marina não concorda - a ex-senadora se mostrou defensora do Estado laico.

Marina colocou que os partidos políticos responsáveis pela crise política devem ser punidos nas urnas. Com isso, a ex-ministra tenta dirimir a principal crítica interna da qual é alvo: a de que é centralizadora das decisões da legenda. "Toda a organização da Rede é pela candidatura de Marina".

A ambientalista de 59 anos, nascida em uma comunidade de seringueiros na floresta amazônica e ministra no mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disputou as últimas duas eleições presidenciais, mas nunca chegou ao segundo turno.

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