Ex-presidente do Iêmen foi morto

Ex-presidente do Iêmen foi morto

Ex-presidente do Iêmen foi morto

Citado por uma emissora saudita, Ahmad Ali Saleh, que está em prisão domiciliar nos Emirados Árabes Unidos, afirmou que guiará "a batalha até que o último houthi seja expulso do Iêmen". Seu apoio aos houthis já havia sido recebido com surpresa à época. As organizações humanitárias pediram, entretanto, o fim das hostilidades e o acesso da ajuda humanitária em Sana. Doze anos depois, o país se unificou com o Iêmen do Sul, com Saleh comandando o governo até 2011, quando foi deposto durante a Primavera Árabe. Ao mesmo tempo, Saleh e o seu círculo próximo viram no derrube de Hadi uma oportunidade para regressarem ao poder e acertaram uma aliança de conveniência com os rebeldes.

O conflito é responsável por uma das piores crises humanitárias do mundo e matou pelo menos 10 mil pessoas.

Depois da dissolução da aliança, Saleh declarou-se disposto a abrir uma "nova página" com os sauditas, que dirigem uma coligação anti-rebelde no Iémen desde 2015.

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A posição de Saleh foi considerada pelos huthis como uma traição e o juraram de morte. "Apenas podemos ter a certeza que os houthis estão agora unidos sob a mesma liderança", disse à Al-Jazira o chefe de redacção do jornal Yemen Post, Hakim al-Masmari. "As suas gentes vão estar furiosas, e muitos irão sair à procura de sangue", diz à Reuters o analista do European Council on Foreign Relations, Adam Baron.

A Liga Árabe, que desde o início do conflito iemenita defende a legitimidade do presidente Abdo Rabu Mansur Hadi e se manifesta contra os rebeldes Huthis, considerou que o assassinato de Saleh revela a "natureza criminosa das milícias", acusando-as de constituírem a "principal causa da destruição no país".

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