Brasil tem 41,2 milhões de jovens que não estudam nem trabalham

Brasil tem 41,2 milhões de jovens que não estudam nem trabalham

Brasil tem 41,2 milhões de jovens que não estudam nem trabalham

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que 41,7% dos paraibanos viviam na miséria.

A pesquisa apontou ainda que 12,1 por cento dos brasileiros viviam com uma renda mensal per capita de até 220 reais, equivalente a um quarto do salário mínimo, e 17,8 por cento tinham uma renda mensal disponível entre 220 e 440 reais.

No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.

O método de pesquisa do IBGE leve em conta parâmetros do Banco Mundial, para cobrir padrão internacional de bem-estar e ao mesmo tempo um conjunto de fatores diferentes para alcançar um nível aceitável. Entre os trabalhadores com 60 anos ou mais houve elevada concentração entre aqueles que começaram a trabalhar com até 14 anos de idade (59%).

Quem quiser saber se possui débitos com a Sabesp pode acessar a Agência Virtual pelo site www.sabesp.com.br, telefonar para os números 195 ou 0800-011-9911 (capital, Grande São Paulo e Região Bragantina) ou 0800-055-0195 (interior e litoral) ou utilizar o aplicativo Sabesp Mobile. Dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 indicam que, no período, cresceu o percentual de jovens que só estudavam, mas diminuiu o de jovens que estudavam e estavam ocupados e também o de jovens que só estavam ocupados. Para os técnicos do instituto, esta inserção mais tardia das mulheres no mercado de trabalho pode estar relacionada "tanto ao fato de elas terem maior escolaridade que os homens, quanto à maternidade e os encargos com os cuidados e afazeres domésticos". O número de jovens que só estudavam aumentou 3,4 pontos percentuais, já o número de jovens que apenas trabalhavam caiu 5 pontos percentuais. O fenômeno ocorreu em todas as regiões do Brasil.

O Brasil registrou um aumento no percentual de jovens de 16 a 29 que não trabalham e nem estudam (geração "nem nem"), saindo de 22,7% em 2014 para 25,8% para 2016. No Sudeste, de 20,8% para 24,0%.

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As desigualdades entre a população branca e a população preta ou parda, já identificadas por meio dos indicadores clássicos de mercado de trabalho, também se refletem entre os jovens: tanto a frequência escolar quanto o nível de ocupaçã são mais altos para os jovens brancos do que para os jovens pretos ou pardos. Apesar de altas, as porcentagens estaduais estão abaixo da média da região Nordeste.

"Chega-se a 4,2% da população segundo o recorte de pobreza extrema do Bolsa Família (R$ 85 mensais), a 6,5% no recorte de pobreza extrema global do Banco Mundial (U$ 1,9 por dia, equivalente a R$ 134 mensais) e a 12,1% com um quarto de salário mínimo per capita", explicou.

Também há alta incidência em homens e mulheres pretas ou pardas, respectivamente, 33,3% e 34,3%, contra cerca de 15% para homens e mulheres brancas.

"A situação é mais grave entre os 7,4 milhões de moradores de domicílios onde vivem mulheres pretas ou pardas sem cônjuge com filhos até 14 anos".

Isso porque a desigualdade entre o porcentual de homens e o de mulheres no grupo dos jovens que nem estudam nem trabalham se manteve entre 2012 e 2016, com ou sem crise.

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