Zimbabué: Mugabe e a mulher conseguem imunidade e proteção

Zimbabué: Mugabe e a mulher conseguem imunidade e proteção

Zimbabué: Mugabe e a mulher conseguem imunidade e proteção

Segundo a carta divulgada na sequência do impeachment lançado pela União Nacional Africana do Zimbábue - Frente Patriótica (ZANU PF, na sigla em inglês) depois de o presidente ter ignorado o prazo limite de segunda-feira para se demitir, Mugabe teria decidido desistir para permitir a transição pacífica do poder no país. "Tendo em conta isso, foi necessário assegurar-lhe que toda a sua família, incluindo a mulher, ficará em segurança".

Em nome da ZANU-PF, Simon Khaya Moyo agradeceu a Mugabe o facto de se ter demitido da presidência do país, mas fazendo questão de sublinhar tudo o que ele fez pela libertação do Zimbabwe e, depois da independência, como primeiro-ministro e presidente. E termina adiantando que o golpe garantiu ao exército escolher o seu sucessor favorito à presidência. Mesmo sem aliados, o presidente afirmou que não deixaria o cargo. Cerca de 20.000 pessoas terão sido assassinadas. A vontade do povo irá sempre ser prevalecer - disse Mnangagwa.

O Guardian cita também fontes próximas às negociações, que dizem que Mugabe se recusou a deixar o Zimbabwe, afirmando que queria morrer no país.

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Os militares acusaram a mulher do presidente, Grace Mugabe, de empreender manobras para conseguir ser nomeada vice-presidente e, assim, aceder à chefia do Estado, tendo afirmado que a sua acção se dirigia contra "forças criminosas" da esfera presidencial e contra aqueles que apoiam as ambições políticas de Grace Mugabe.

Reconhece que esteve sempre em contacto com o comando militar responsável pela operação que levou à ocupação de Harare e à prisão domiciliária do Presidente. Era o que se lia numa coluna de opinião da Al-Jazeera um dia antes do anúncio feito ao final da manhã desta quarta-feira pela ZBC - Zimbabwe Broadcasting Company - que é controlada pelo Governo - sobre a tomada de posse do ex-vice-presidente.

A verdade é que o próprio Mnangagwa, de 75 anos, é visto por muitos no Zimbabué como o homem de mão de Mugabe, sendo ele mesmo responsável pelos massacres de Gukurahundi no início dos anos 80, onde milhares de civis da etnia Ndebele perderam a vida.

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