'Rumores': premiê do Líbano nega que tenha sido detido na Arábia Saudita

'Rumores': premiê do Líbano nega que tenha sido detido na Arábia Saudita

'Rumores': premiê do Líbano nega que tenha sido detido na Arábia Saudita

O presidente libanês, Michel Aoun, chegou a dizer que Hariri era "refém" em Riad.

A renúncia de Hariri gerou especulações sobre a liberdade de ir e vir na Arábia Saudita e sobre a possibilidade de que Riad poderia tê-lo obrigado a abandonar o seu cargo.

O primeiro-ministro libanês Saad Hariri, que anunciou que se demitia durante uma visita à Arábia Saudita, chegou neste sábado a França onde disse pretender estar de volta ao seu país na semana que vem.

Uma fonte ligada a Hariri confirmou a partida do primeiro-ministro demissionário e precisou que o voo entre Riad e Paris duraria "seis horas e meia".

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"O convite feito a Hariri é amigável".

"Em relação à situação política no Líbano, eu irei a Beirute nos próximos dias, vou participar das comemorações de independência e será lá que eu vou tornar pública minha posição sobre estes assuntos após reunião com o presidente (Michel) Aoun", disse Hariri após negociações com o presidente francês Emmanuel Macron, em Paris. "Vou acolhê-lo com as honras que devem ser dadas a um primeiro-ministro, ainda que demissionário, porque essa demissão não foi reconhecida no seu país, uma vez que não regressou", disse Macron na sexta-feira em Gutemburgo, no final da cimeira social europeia. Macron convidou Hariri para ficar na França e afirmou que ele pode ficar por semanas, caso deseje.

Na altura da sua demissão, o primeiro-ministro libanês acusou o movimento xiita Hezbollah e o seu aliado iraniano de "controlo" sobre o Líbano e afirmando recear ser assassinado.

Ele acrescentou que Hariri ainda deve ser considerado como o primeiro-ministro do Líbano. Quatro membros do Hezbollah foram relacionados com esta morte.

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