Pyongyang avisa Trump para evitar "atitudes irresponsáveis"

Pyongyang avisa Trump para evitar

Pyongyang avisa Trump para evitar "atitudes irresponsáveis"

- Os imperadores do Japão, Akihito e Michiko, receberam nesta segunda-feira no Palácio Imperial de Tóquio o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania Trump, durante o segundo dia da sua visita ao país asiático. Nos últimos meses dois mísseis norte-coreanos sobrevoaram a ilha japonesa de Hokkaido.

Por isso, Kosachev acredita que, agindo desse modo, os Estados Unidos e o Japão põem em perigo o negócio comum.

Shinzo Abe adicionou que, em resposta aos testes da Coreia do Norte, o Japão vai introduzir sanções adicionais contra cidadãos e empresas norte-coreanos.

O primeiro-ministro japonês, por seu lado, disse que o Japão vai abater os mísseis norte-coreanos "se for necessário".

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Segundo a delegada o suspeito alegou que "sentia ódio" da vítima e por essa razão, ele decidiu comprar um revólver e assassiná-la. De acordo com a delegada, Misael entrou na escola , invadiu a primeira sala de aula do corredor, mas não encontrou a vítima.

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En el caso de la reestructuración involucra previamente un default , es decir, el deudor deja de pagar sus compromisos y luego se negocia.

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El viaje de 12 días por cinco países, el itinerario más largo del Lejano Oriente para un presidente en una generación, ocurre en un momento precario para Trump en su propio país.

Trump destacou que a "era da paciência estratégica" com a Coreia do Norte acabou, após "20 anos com uma postura frágil" perante Pyongyang, e defendeu que o Japão derrube os mísseis do país que sobrevoarem seu território. Segundo os media estatais, o regime de Kim Jong-un está preparado para responder "de forma decisiva e sem misericórdia, através da mobilização de todas as suas forças" às "loucuras" do líder norte-americano. "Eu penso que é muito cedo", disse, a respeito de uma eventual reunião com Kim, ao programa "Full Measure".

No entanto, ele considerou que esta é uma questão de "saúde mental" e que o acesso às armas nos Estados Unidos não é o problema. Mesmo assim, os analistas políticos da região dizem que nenhuma outra paragem de Trump tem tanto potencial desestabilizador como as 24 horas que vai passar na Coreia do Sul.

"Tentamos o diálogo com a Coreia do Norte durante décadas. e Pyongyang sempre o rompeu". Em Pequim, Trump quer se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, que ganhou ainda mais poder depois de assegurar um segundo mandato.

O presidente americano também tem um encontro programado com os parentes dos civis sequestrados pela Coreia do Norte para treinar seus agentes de espionagem e ensinar a língua e a cultura japonesa.

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