Mais de mil cidades estão em alerta para dengue, zika e chikungunya

Mais de mil cidades estão em alerta para dengue, zika e chikungunya

Mais de mil cidades estão em alerta para dengue, zika e chikungunya

Quatro municípios do interior do Amazonas estão em alto risco de infestação por Aedes aegypti, mosquito transmissor da febre chikungunya, zika e dengue, segundo o Levantamento Rápido de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), e outros 11, entre eles Manaus, apresentam risco médio, de acordo com dados divulgados ontem pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS).

O Ceará aumentou a adesão de municípios e melhorou os indicadores no 3° Ciclo anual do Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa). Com base nas informações coletadas no LIRAa, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas. O índice foi considerado satisfatório em 148 municípios; 37 estão em estado de alerta e São Raimundo Nonato, Vera Mendes e Wall Ferraz têm risco de surto da doença transmitida pelo mosquito, ou seja, foram encontrados criadouros do Aedes aegypti em mais de 4% das residências. No geral, o Tocantins somente 27 dos 139 municípios realizaram o levantamento entre outubro e novembro de 2017.

No Bico do Papagaio, os índices aferidos no LIRAa foram: Ananás (0,0), Araguatins (0,2), Augustinópolis (1,2), Esperantina (0,9), Praia Norte (1,4), Sítio Novo do Tocantins (3,1) e Wanderlândia (100). A "Sexta Sem Mosquito", como será chamada a ação, se estenderá até janeiro mobilizando os governos Federal, Estadual e Municipal para promoverem ações de limpeza nas cidades em casas, estabelecimentos privados e órgãos públicos. No Centro-Oeste e no Nordeste, o maior número de focos foi registrado em depósitos de armazenamento de água, como em toneis e barris.

Manaus em estado de alerta para surto de dengue, zika e ...
Porto Velho com risco de surto de dengue

Em todo país, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis (84.051 casos; 35,2%) em relação ao total do país. Houve dois registros de chikungunya e não foi registrado nenhum caso de zika no período. A taxa de incidência passou de 103,9 em 2016 para 8,2 neste ano. No mesmo período do ano passado, foram 211 mortes confirmadas, uma redução de 29,4%. Entre os estados, destacam-se Mato Grosso (64,5 casos/100 mil hab.) e Goiás (55,9 casos/100 mil hab.).

ZIKA - Até 11 de novembro, foram registrados 16.870 casos prováveis de zika em todo país, uma redução de 92,1% em relação a 2016 (214.126). Em relação às gestantes, foram registrados 2.197 casos prováveis, sendo 901 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

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