Médicos em greve nacional

Médicos em greve nacional

Médicos em greve nacional

A greve, decretada pelo SIM e pela Federação Nacional de Médicos (FNAM), deve afetar consultas e cirurgias programadas, mas estão assegurados os serviços mínimos, como urgências, quimioterapia, radioterapia, transplante, diálise, imuno-hemoterapia ou cuidados paliativos em internamento.

Segundo Mário Jorge Neves, os próximos passos do processo reivindicativo dos médicos vai ser definido ainda esta quarta-feira, numa reunião entre os promotores da greve que irão ainda fazer um balanço do protesto.

Os sindicatos realizaram, até ao início da tarde, dois balanços desta paralisação, indicando uma "forte adesão", a qual expressa o "descontentamento" destes profissionais.

No hospital de Évora, várias consultas externas e cirurgias foram adiadas e só duas das cinco salas do bloco operatório estão a funcionar, precisou.

Os números divulgados pelo SIM não incluem dados sobre a adesão à greve nos centros de saúde.

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Em Guimarães, segundo Hugo Cadavez, do Sindicato Independente dos Médicos, a adesão à greve no Hospital Senhora da Oliveira ronda os 90 por cento no bloco operatório e 95 por cento nas consultas externas.

Em Aveiro, a adesão chega quase aos 100% em algumas consultas e em Viseu a média situa-se nos 75%, referiu a dirigente sindical.

Os médicos cumprem hoje, um dia nacional de greve, depois de já terem realizado três paralisações parciais e de ter também, o Sindicato Independente dos Médicos participado no dia de greve da Administração Pública, realizado no passado dia 27 de outubro.

Entre as reivindicações, os médicos querem uma redução do tempo de urgência por semana das 18 para 12 horas semanais.

É ainda reclamada uma reformulação dos incentivos à fixação em zonas carenciadas, uma revisão da carreira médica e respetivas grelhas salariais e a diminuição da idade da reforma para os médicos, entre outras medidas.

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