Informação de milhões de clientes pirateada — Uber

Informação de milhões de clientes pirateada — Uber

Informação de milhões de clientes pirateada — Uber

De acordo com uma fonte próxima ao caso, o Uber teria pago 100.000 dólares aos hackers para que destruíssem as informações, sem divulgar aos usuários ou aos motoristas, cujos dados estavam em risco.

O assunto veio à tona na noite desta terça-feira (21).

"Nada disto devia ter acontecido e não arranjaremos desculpas para o que aconteceu", sublinhou Dara Khosrowshahi, administrador executivo da empresa desde setembro, numa declaração escrita enviada à Bloomberg. Khosrowshahi garantiu que os responsáveis foram identificados e que a empresa destruiu os dados obtidos ilegalmente. Segundo a Uber, não há evidências de que tenham sido acessados histórico de localizações de viagens e dados bancários.

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A Uber criou uma página com esclarecimentos destinada a todos os que poderão ter sido afectados, na qual assinala que imediatamente após o incidente terão sido tomadas medidas para salvaguardar dados, impedir novos acessos não autorizados e reforçar a segurança dos seus sistemas. Segundo a companhia, usuários não precisam alterar a senha de cadastro. Em seguida, identificamos os indivíduos e asseguramos que os dados baixados fossem destruídos. Não notamos nenhuma evidência de fraude ou de uso indevido vinculados ao incidente. As informações são relatadas em post publicado no blog do Uber e assinado pelo novo CEO, Dara Khosrowshahi. As polêmicas, ocorridas durante o primeiro semestre, levaram o cofundador Travis Kalanick a deixar a presidência da companhia em junho.

A Uber promete realizar a investigação com ajuda de um especialista em segurança da NSA.

Segundo a legislação do Estado da Califórnia, onde fica a sede da empresa, as companhias são obrigadas a notificar os residentes de qualquer violação de informações pessoais não criptografadas. Este acesso permitiu obter a informação sobre os condutores e passageiros que foi roubada. Na ocasião, a Uber disse que as credenciais da conta devem ser tratadas com o mesmo sigilo de dados bancários. Segundo a agência estão em causa dados de 50 milhões de clientes e sete milhões de motoristas, incluindo números de cartas de condução de 600 mil condutores norte-americanos.

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