Trump planeia abrir arquivos sobre morte de JF Kennedy

Trump planeia abrir arquivos sobre morte de JF Kennedy

Trump planeia abrir arquivos sobre morte de JF Kennedy

"Sob reserva de receber novas informações, vou autorizar, como Presidente, que os dossiês JFK há muito bloqueados e classificados como secretos sejam abertos", escreveu Donald Trump na rede social Twitter.

O presidente americano Donald Trump afirmou neste sábado (21) que vai abrir na próxima semana arquivos relacionados ao assassinato do ex-presidente dos EUA John F. Kennedy, em 1963, mantidos até hoje em sigilo. Agora, 3.100 documentos nunca divulgados vão poder ser publicados, bem como a versão completa de milhares de documentos que tinham sido divulgados parcialmente. A grande maioria das informações, cerca de 88% do total, já foi revelada ao público, de acordo com o órgão, e 11% destas foram publicadas após edição.

Decisão é conhecida na quinta-feira a coincidir com a data, estabelecida por uma lei de 1992, para a desclassificação dos documentos. Segundo os media norte-americanos, Trump estará a ser pressionado, nomeadamente pela CIA, para impedir a divulgação de alguns documentos, como os que remontam aos anos de 1990, que podem expor agentes e informadores da CIA e do FBI ainda em atividade.

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O assassinato de 22 de novembro de 1963 deu fim ao "Camelot", como os primeiros mil dias da presidência Kennedy ficaram conhecidos.

Se o presidente bloquear a divulgação de alguma daquela documentação - estimando os historiadores que existem ainda informações potencialmente explosivas sobre o assassínio de Kennedy e sobre o seu autor, Lee Harvey Oswald - estaria a contrariar uma das promessas feitas durante a campanha eleitoral de 2016.

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