Sobe para 44 o número de mortos nos incêndios em Portugal

Sobe para 44 o número de mortos nos incêndios em Portugal

Sobe para 44 o número de mortos nos incêndios em Portugal

Os incêndios florestais que deflagraram no domingo em várias zonas do país provocaram 43 mortos, disse hoje a adjunta do comando nacional da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar.

O último balanço, feito pela ANPC na quinta-feira à tarde, dava conta de 43 vítimas mortais.

Dezanove mortes registaram-se no distrito de Coimbra, nove dos quais em Oliveira do Hospital, três em Tábua, três em Arganil, três em Penacova e um em Pampilhosa da Serra, sendo esta última vítima mortal a que estava desaparecida. Foi encontrada queimada em casa.

De acordo com o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino, as duas mais recentes vítimas mortais tratar-se-iam de dois feridos graves, internados nos Hospitais da Universidade de Coimbra, que teriam acabado por não resistir.

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No distrito de Viseu, registaram-se 18 vítimas mortais, designadamente em Vouzela (oito), Santa Comba Dão (cinco), Nelas (uma), Carregal do Sal (uma), Tondela (duas) e Oliveira de Frades (uma).

Uma fonte da autarquia disse à agência Lusa que a informação de que duas pessoas feridas nos fogos no concelho tinham morrido, nos hospitais de Coimbra - o que elevaria para 44 o número de mortes nos incêndios dos últimos dias em Portugal -, lhe "foi comunicada por familiares" das vítimas ao início da manhã.

Para além das 44 vítimas mortais, a vaga de incêndios de domingo, já considerado pelas autoridades como o pior dia do ano em matéria de combate a fogos, provocou perto de sete dezenas de feridos. Em virtude do estado de muitos corpos o Instituto de Medicina Legal está a realizar um elevado número de análises, obrigando o laboratório de genética a trabalhar de dia e de noite, explicou ainda a fonte.

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