Setor de serviços tem queda de 1% em agosto

Setor de serviços tem queda de 1% em agosto

Setor de serviços tem queda de 1% em agosto

Entre as categorias analisadas, os Serviços prestados às famílias interromperam três meses consecutivos de crescimento e foram a única atividade a encolher em agosto, com queda de 4,8%.

Na comparação com o mesmo agosto de 2016, o segmento amargou sua 30ª retração seguida, apesar da queda menos intensa de agosto (-2,4% ante agosto de 2016).

O setor de serviços brasileiro contraiu mais do que o esperado em agosto e registrou o pior resultado para o mês na série histórica, apesar da inflação baixa e dos sinais de melhora do emprego no País. O volume de vendas do varejo recuou 0,5%, ante o mês anterior, após estabilidade em julho e alta nos três meses anteriores.

Serviços às famílias recuam 4,8%. "Foi algo observado em todas as unidades da federação", explica o gerente da PMS, Roberto Saldanha.

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Isso acabou sufocando os avanços de 1,6% em Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares, de 1% em Outros Serviços, de 0,7% em Transportes, Serviços Auxiliares dos Transportes e Correio e de 0,3% em Serviços de Informação e Comunicação. Foi o resultado mais fraco para agosto desde 2015, quando o indicador caiu 0,6%.

"Não está se verificando uma retomada em nível mais constante da atividade econômica que possa puxar o setor de serviços", disse Saldanha.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), para que o setor de serviços não registre queda real de receitas em 2017, seria necessário um mais que improvável crescimento de mais de 7% entre setembro a dezembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as atividades turísticas, um agregado especial, caíram 3,1%. Já nos outros tipos de análise os resultados foram positivos: crescimento de 2% na comparação com agosto de 2016, aumento de 1,7% no acumulado de 2017 e crescimento de 0,7% no período de 12 meses entre setembro de 2016 e agosto deste ano. Já os estados que mais cresceram foram Roraima, Bahia e Piauí. As maiores baixas foram no Distrito Federal (-13,3%), Paraíba (-12,7%) e Amapá (-12,2%).

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