Puigdemont e ex-membros do governo catalão foram à Bélgica, diz imprensa

Puigdemont e ex-membros do governo catalão foram à Bélgica, diz imprensa

Puigdemont e ex-membros do governo catalão foram à Bélgica, diz imprensa

A manhã começou com céu azul para Carles Puigdemont, mas havia nuvens no horizonte do destituído presidente do governo regional da Catalunha.

O governo espanhol depôs o líder da Catalunha e dispensou o parlamento da região na sexta-feira, horas após ela se autodeclarar uma nação independente.

Seria difícil para a Espanha extraditar Puigdemont em um caso como esse, disse ele.

"Puigdemont e cinco ex-conselheiros estão planejando candidatar-se a asilo político na Bélgica", relataram os jornais La Sexta e El Periódico.

O executivo de Mariano Rajoy, do Partido Popular (direita), apoiado pelo maior partido da oposição, os socialistas do PSOE, anunciou no sábado a dissolução do parlamento regional, a realização de eleições em 21 de dezembro próximo e a destituição de todo o Governo catalão, entre outras medidas.

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O comissário-geral belga para os refugiados e apátridas disse hoje que devem existir "sinais sérios de perseguição" para que a Bélgica conceda asilo a outro cidadão europeu, como poderia ser o caso do ex-presidente catalão Carles Puigdemont.

Para além de Puigdemont, Junqueras e Forcadell, as acusações recaem ainda sobre os seguintes políticos catalães: Jordi Turul, Raül Romeva, Antoni Comín, Josep Rull, Dolors Bassa, Meritxell Borràs, Clara Ponsatí i Obiols, Joaquim Forn, Lluís Puig i Gordi, Carles Mundó, Santiago Vila, Meritxell Serret, Lluís María Corominas, Lluis Guinó, Anna Simó, Ramona Barrufet e Joan Josep Nuet i Pujals.

A decisão da procuradoria-geral em abrir processos aos antigos membros do Govern e aos representantes da mesa do Parlament que permitiram a tramitação da votação secessionista, instando-os a comparecer "urgentemente" perante a justiça, aliada à recetividade demonstrada pelo secretário de Estado do Asilo e da Imigração belga, no domingo, em oferecer asilo a Puigdemont, parecem indicar que o próprio se deslocou à Bélgica para pedir refúgio. Expliquemo-nos: não havia nuvens reais, como as da foto que publicou no Instagram, fingindo estar no seu gabinete do Palácio da Generalitat (sede da autonomia).

"Não é irrealista, se você olhar a situação", disse o ministro de migração belsa, Theo Francken, à televisão belga VTM.

O procurador-geral informou ainda que serão abertos dois processos distintos, na Audiência Nacional e no Tribunal Supremo, e que não irá pedir medidas cautelares imediatas para os visados, reservando-se a fazê-lo quando aqueles forem citados, tendo em conta "a gravidade dos delitos imputados" e "das penas previstas" - segundo a moldura penal espanhola, o crime de sedição pode implicar uma pena de prisão até 15 anos e o de rebelião até 25.

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