Papa Francisco lamenta morte trágica de jornalista em Malta

Papa Francisco lamenta morte trágica de jornalista em Malta

Papa Francisco lamenta morte trágica de jornalista em Malta

O Papa Francisco lamentou nesta sexta-feira, 20, a morte da jornalista investigativa maltesa Daphne Caruana Galizia, por meio de uma nota de condolências enviada ao arcebispo do país, localizado em uma pequena ilha no Mediterrâneo.

A mensagem foi encaminhada ao arcebispo de Malta, monsenhor Charles Scicluna, pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin.

"Entristecido com a trágica morte de Daphne Caruana Galicia, sua Santidade o papa Francisco oferece orações para o seu eterno descanso e pede-lhe amavelmente que transmita as suas condolências à família".

"Condenamos o assassínio de Daphne Caruana Galizia, uma das jornalistas de investigação mais conhecidas de Malta e uma forte opositora da corrupção pública", indicaram em comunicado quatro especialistas independentes.

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Também tinha um blogue onde denunciava líderes políticos.

Política. Primeiro-ministro maltês, Joseph Muscat - alvo freqüente da jornalista - enfrenta pressão para declarar um dia nacional de luto, bem como para garantir uma investigação independente e completa.

Um dia depois da morte desta jornalista, que integrava o Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (ICIJ), um dos seus filhos denunciou a "cultura de impunidade" sentida em Malta e acusou o governo de Joseph Muscat e outras autoridades de "cumplicidade" no crime. Houve seis atentados com carros-bomba em Malta nos últimos dois anos, incluindo Caruana Galizia.

Posteriormente, em declarações em Bruxelas antes do início da cimeira de líderes da União Europeia, o primeiro-ministro Joseph Muscat defendeu que Malta "não é definitivamente um país mafioso" e assegurou que o governo de La Valleta vai apurar todos os elementos deste caso.

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