"Já me sinto presidente de um país livre", diz líder da Catalunha

"Já me sinto presidente de um país livre", diz líder da Catalunha

"Isso provavelmente terminará quando nós conseguirmos todos os votos do exterior no final da semana e, portanto, nós provavelmente devemos agir durante o fim de semana ou no início da próxima semana", disse Puigdemont à BBC, em comentários publicados nesta quarta-feira.

Os resultados provisórios do plebiscito apontam que 90% dos 2,3 milhões de votos foram pela secessão.

"Parece-me que o rei colocou as coisas no seu lugar", disse à agência Lusa Teresa Freixes, catedrática de direito constitucional na Universidade Autónoma de Barcelona, que agora aguarda pelo que Madrid vai fazer para afastar um Governo regional "irresponsável" que está a fazer uma "revolução encoberta".

Imagem ilustrativa
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A intervenção policial para impedir a realização do referendo sobre a independência da Catalunha no domingo fez 893 feridos, segundo as autoridades regionais.

"O governo espanhol está deixando oponentes políticos serem presos, está influenciando a mídia e bloqueando sites na internet". Não há nenhuma possibilidade de que a ruptura seja aceita pelo Estado.

Por outro lado, Mariano Rajoy, presidente espanhol, já afirmou que não reconhecerá o referendo e que sua ilegalidade é indiscutível. Só estão previstos plebiscitos consultivos, ou seja, não vinculantes. Eles deverão comparecer à Audiência Nacional, principal instância penal espanhola, na sexta-feira.

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Teresa Freixes não oculta a sua preferência pela defesa da unidade espanhola e defende que só depois de as instituições começarem a funcionar normalmente é que se pode discutir como reformar o actual estatuto da autonomia catalã e mesmo uma possível secessão de Espanha.

A Audiência Nacional é um tribunal espanhol especial com jurisdição em todo o território do país, julgando casos como os de terrorismo e de crime organizado.

O presidente da Generalitat, Carlos Puigdemont falou esta noite sobre a situação da Catalunha, precisamente um dia depois do discurso do rei de Espanha Felipe VI, e começou por elogiar a forma pacífica como o povo catalão tem lidado com a tensão que se tem vivido na região.

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Os Cidadãos têm 25 cadeiras no Parlamento catalão, e contestaram na quarta-feira a convocação do plenário.Rajoy tem também o apoio do rei Felipe 6º, que na véspera havia dito que o governo catalão fora "desleal".

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