Funcionários mantêm paralisação, contrariando decisão do TST

Funcionários mantêm paralisação, contrariando decisão do TST

Funcionários mantêm paralisação, contrariando decisão do TST

Mesmo com a decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que determinou o fim da paralisação, os carteiros e demais trabalhadores continuam de braços cruzados.

"E aí cabe ao empregador adotar as providências que entender pertinentes, conforme sua conveniência, partindo da premissa de que para tais trabalhadores não há greve, mas simplesmente ausência ao trabalho", disse Pereira.

Após a decisão, os Correios divulgaram nota afirmando que "os empregados que aderiram à paralisação devem retornar aos seus postos de trabalho imediatamente".

Em nota, os Correios informaram que 84,42% dos funcionários estão trabalhando normalmente e que no fim de semana mutirões serão realizados para colocar as entregas em dia.

Segundo o ministro, o movimento foi deflagrado durante o andamento de negociação coletiva.

De acordo com a presidente do SINTECT-MS (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios de MS), Elaine Regina de Souza, a unificação da greve em nível nacional não era esperada pela empresa que está apelando para o "terrorismo" a fim de intimidar os trabalhadores. O número corresponde a 84,1% do total de empregados, número igual ao estimando ontem (28).

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Para os funcionários que aderirem ao mutirão, os Correios vão oferecer um pacote de folgas: um dia de descanso para quem trabalhar aos sábados e dois dias para os plantonistas de domingo.

Os setores jurídicos dos sindicatos e da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios (Fentect) estão estudando meios de entrar com ação na justiça contra a decisão. Apenas os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão suspensos.

A classe está em greve desde o dia 19 e luta pela manutenção do plano de saúde e todos os benefícios, contra o fechamento das agências e a retirada dos vigilantes, pelos correios públicos e de qualidade, concurso público e pela campanha salarial 2017/2018.

Formas de contestação ainda estão sendo analisadas e não foi confirmado se a partir desta sexta-feira (29) os grevistas retornam ao trabalho.

De acordo com ele, os trabalhadores de Santa Catarina agora aguardam nova reunião do comando de greve, que deverá acontecer na segunda-feira (2) em Brasília, para decidir os encaminhamentos locais.

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