EUA liberam milhares de documentos secretos sobre morte de Kennedy

EUA liberam milhares de documentos secretos sobre morte de Kennedy

EUA liberam milhares de documentos secretos sobre morte de Kennedy

O Presidente Trump disse que "departamentos executivos e agências pediram que algumas informações continuassem secretas por razões de segurança nacional, aplicação da lei e assuntos externos".

O governo do presidente Donald Trump liberou nesta quinta-feira, 26, a divulgação de arquivos confidenciais sobre o assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em 22 de novembro de 1963. Trump cedeu à pressão do FBI e da CIA, mas determinou que todas as agências apresentem justificativas detalhadas dentro de seis meses para a manutenção do sigilo.

"Há informação sensível nesses arquivos", ressaltou um responsável, está principalmente relacionada a informantes e sua participação nas investigações.

Lee Harvey Oswald, acusado de assassinar o então presidente dos EUA John F. Kennedy é fotografado com o sargento da polícia de Dallas.

Essa conclusão formal não foi suficiente, no entanto, para reprimir as especulações de que há uma trama mais sinistra por trás do assassinato do 35º presidente do país.

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Mas a avalanche e variedade de documentos promete manter ocupados os curiosos: de memorandos do diretor do FBI a interrogatórios com testemunhas em Dallas que deram pistas após o assassinato, um fato muito importante na história dos Estados Unidos.

A iniciativa de publicar os documentos está de acordo com uma lei do Congresso de 26 de outubro de 1992, que exigiu que os registros sobre o assassinato mantidos no Arquivo Nacional fossem divulgados na íntegra 25 anos depois.

Centenas de livros e filmes, como o longa-metragem "JFK - A Pergunta que Não Quer Calar" (1991), de Oliver Stone, alimentaram a indústria da conspiração, apontando como culpados os rivais dos Estados Unidos na Guerra Fria, União Soviética e Cuba, a máfia e até mesmo o vice-presidente Lyndon B. Johnson.

- Muitas pessoas pensam que eles conterão uma solução para o caso sobre a qual todos possam concordar, mas isto não vai acontecer. Eles dirão que (a prova) deve ter sido destruída ou escondida - disse Gerald Posner, autor do livro Case Closed, que concluiu que Oswald realmente agiu sozinho.

Outros documentos revelam que a União Soviética temia que os Estados Unidos, taxados de "irresponsáveis", pudessem lançar um míssil. No entanto, as autoridades falharam em proteger o suposto assassino de Kennedy, morto por um dono de boate quando era transferido para a prisão.

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