Advogados de Temer devem entregar nesta quarta (4) defesa de denúncia

Advogados de Temer devem entregar nesta quarta (4) defesa de denúncia

Advogados de Temer devem entregar nesta quarta (4) defesa de denúncia

Além de Temer, os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Secretaria-Geral, Moreira Franco, também são alvo da PGR, pelos mesmos crimes.

O advogado de Padilha também disse aos jornalistas que "é indiferente" para a defesa a possibilidade de fatiamento da denúncia, com três votações separadas - uma para Padilha, uma para Temer e outra para Moreira Franco. Caberá à comissão proferir uma 1ª decisão sobre a denúncia de organização criminosa e obstrução de Justiça.

A intenção de Temer é conseguir novamente o voto dos aliados para barrar a segunda denúncia contra ele feita pela Procuradoria Geral da República.

"Evidentemente, a expressão atos estranhos diz respeito a crimes comuns e não a crimes de responsabilidade que, por definição, somente podem ser praticados no exercício do mandato", assinala Brindeiro. A longa agenda de visitas de parlamentares se repete às vésperas da apresentação de sua defesa na Câmara.

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Em 12 horas, o presidente recebeu, de acordo com agenda oficial, 39 deputados e um senador.

O advogado está confiante que os deputados negarão mais uma vez a autorização para que o STF analise este processo.

"Ora, se a ideia de Joesley era preexistente, com pagamentos havidos antes da imaginada intervenção do presidente, a conduta imputada a Michel Temer constitui irrelevante penal". O presidente se encontra com Gilberto Kassab, Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; André Moura (PSC/SE), líder do governo no Congresso; Baleia Rossi (PMDB/SP), líder do PMDB na Câmara dos Deputados; Tenente Lúcio (PSB/MG); Ricardo Izar (PP/SP); Luiz Lauro Filho (PSB/SP); Simone Morgado (PMDB/PA); Rogério Rosso (PSD/DF) e com Marco Schroeder, Presidente da Oi. Para que o presidente e os dois ministros possam ser investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), é preciso que a Câmara dos Deputados autorize o prosseguimento da denúncia, conforme prevê a Constituição.

Os defensores afirmam que 'é absolutamente impossível comprovar a existência de organização criminosa depois de maio de 2016, quando Michel Temer chegou à Presidência, sem atentar para os fatos anteriores que comprovariam a existência da associação desde 2006'.

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