TST determina que Correios garantam efetivo mínimo de 80%

TST determina que Correios garantam efetivo mínimo de 80%

TST determina que Correios garantam efetivo mínimo de 80%

A greve de funcionários dos Correios foi para o Tribunal Superior do Trabalho (TST), que ontem à tarde concedeu liminar para determinar que o efetivo mínimo de 80% dos empregados permaneçam em seus postos. Caso a decisão seja descumprida, foi estipulada uma multa diária de R$ 100 mil. São 1.252 empregados que permanecem trabalhando, enquanto 220 aderiram à greve, segundo a estatal.

No Piauí, 83% do efetivo não aderiu à greve, de acordo com o levantamento dos Correios desta terça-feira (26). Porém, em algumas unidades a determinação do TST não está sendo cumprida. Neste final de semana houve mutirão para tentar colocar em dia a demanda.

A rede de atendimento está aberta em todo o país e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios do país, sem exceções. O volume dos serviços com hora marcada postado para esses destinos representa apenas 0,5% de todas as encomendas entregues pelos Correios e a suspensão foi realizada com o intuito de redirecionar os recursos para os demais serviços, que são os mais utilizados pelos clientes.

Essas interrupções de serviços não impactaram Mato Grosso do Sul.

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Segundo o presidente do Sintect-PI, José Rodrigues, a decisão do TST se repete a cada período de greve do setor e garante que a greve continua. Apenas os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão com postagens suspensas para os seguintes destinos: Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e para algumas cidades do interior de São Paulo e de Pernambuco.

"A construção de proposta de acordo entre a ECT e a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect), entidade representativa do segmento da categoria profissional que não se encontra em greve, indica que o investimento no diálogo é um caminho que precisa ser prestigiado e pode trazer resultados eficientes e vantagens aos trabalhadores", afirmou.

O pedido da categoria é aumento de 8% e manutenção das cláusulas constantes no atual acordo referentes a plano de saúde, ticket-refeição, garantias à mulher, entre outras questões.

"Nas assembleias de terça-feira as Direções dos Sindicatos filiados à FINDECT orientarão pela deflagração da greve pelo reajuste salarial retroativo à data base da categoria", anuncia o site da entidade.

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