Rajoy reitera oposição ao referendo da Catalunha

Rajoy reitera oposição ao referendo da Catalunha

Rajoy reitera oposição ao referendo da Catalunha

Várias fontes judiciais avançaram à EFE que entre os 14 detidos, há dois da conselheira para a Economia, Josep Maria Jové, o secretário das Finanças, Josep Lluís Salvadó, o responsável pelo Centro de Telecomunicações e Tecnologias de Informação Josué Sallent Rivas e Xavir Puig Farré, do Gabinete dos Assuntos Sociais.

Os dirigentes da Catalunha marcaram, no início de setembro, um referendo de independência da região, que imediatamente foi suspenso pela Corte Constitucional da Espanha, a pedido do governo de Mariano Rajoy e sob acusação de não cumprir a ordem jurídica.

Como forma de protesto, dezenas de pessoas juntaram-se em da frente da sede do governo catalão. Por outro lado, o governo catalão se baseia na auto-determinação para convocar o referendo. Os esforços da polícia para impedir a votação sobre uma eventual separação da Espanha se intensificaram nos últimos dias, à medida que a região rica do Nordeste espanhol não dá sinais de que voltará atrás na decisão.

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Ao longo do dia, repetiram-se momentos de tensão entre a polícia e os manifestantes mobilizados diante do Departamento de Economia da Generalitat ou em redor da sede CUP (Candidatura de Unidade Popular), o partido de extrema-esquerda que somado aos deputados da coligação Juntos pelo Sim (Esquerda Republicana da Catalunha mais Partido Democrata Europeu Catalão) compõe a maioria independentista no parlamento catalão. A operação policial foi ordenada por um juiz de Barcelona.

"O governo espanhol ultrapassou a linha vermelha", criticou. Um dia antes desse acordo, o presidente regional da Catalunha, Carles Puigdemont, deixou de enviar semanalmente um relatório semanal das despesas da região, dizendo que agora isso ocorreria mensalmente.

As prisões ocorrem um dia depois da Guarda Civil confiscar documentos do referendo na cidade de Terrassa. Há duas semanas, uma pesquisa revelou que 49,9% dos catalães são contra a independência, enquanto 41,1% são a favor. O objetivo da Guardia Civil seria o de desactivar o núcleo duro da organização do referendo à independência na Catalunha.

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