PIB cresce 0,2% no 2º trimestre de 2017

PIB cresce 0,2% no 2º trimestre de 2017

PIB cresce 0,2% no 2º trimestre de 2017

No primeiro trimestre, o Produto Interno Brito (PIB) havia avançado 1,0%, interrompendo uma sequência de dois anos seguidos de queda.

Atividades de administração, saúde e educação pública (-1,3%) e transporte, armazenagem e correio também caíram 1,3% e 0,5%, respectivamente.

O desempenho veio acima do esperado pelos analistas do mercado financeiro, em uma demonstração da melhora dos indicadores econômicos em meio a um cenário de queda nos juros e na inflação. "Mas ainda não dá para chamar de recuperação", acrescentou.

- A gente está na parte ascendente do ciclo econômico, é importante frisar.

Ou seja, é pelo emprego de mais pessoas que o consumo pode entrar o terceiro trimestre no positivo. Desde o segundo semestre de 2016 já é um ciclo ascendente - afirmou Rebeca. O consumo das famílias também registrou aumento, com alta de 1,4% na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres de 2017. Mais ainda, para encontrar um crescimento do PIB mais expressivo é preciso recuar ao quarto trimestre do ano 2000, quando a economia portuguesa se expandiu 3,8%. As famílias brasileiras consumiram 1,9% menos. O desempenho excepcional do agronegócio no primeiro trimestre inflou a base de comparação e agora deverá devolver a alta. O IBGE cita ainda o crescimento nominal de 1,8% do saldo de operações de crédito para pessoas físicas. Considerando o valor adicionado das atividades, no trimestre a agropecuária responde por R$ 82,4 bilhões do R$ 1.6 trilhões do PIB. Sobrou mais dinheiro no bolso do consumidor, que aproveitou.

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Ainda não dá detalhes sobre as mudanças pedidas pelo ministro, mas, com isso, a homologação da delação poderá atrasar. As informações prestadas por Funaro devem ser usadas na segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

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Os investimentos pagos pelo governo federal diminuíram no acumulado de janeiro a julho, quando somaram R$ 19,953 bilhões. O deficit primário do governo foi o pior da história tanto para meses de julho quanto para o acumulado do ano.

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As exportações de bens aumentaram 6,3% no segundo trimestre em termos homólogos, menos 2,8 pontos percentuais do que no trimestre anterior, enquanto as exportações de serviços apresentaram uma variação homóloga de 13,6%, mais 2,8 pontos percentuais do que nos primeiros três meses, "destacando-se o comportamento da componente relativa ao turismo". Mas convirá ver se, nos próximos trimestres, as exportações continuam a descer ou voltam a subir. Pela ótica da produção, os serviços foram o destaque. A importação de bens de capital caiu mais de 30%, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

O consumo das famílias registrou a primeira alta depois de nove meses de recuo. A atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana, também caiu, 0,5%. Já no primeiro semestre, o PIB apresentou variação nula em relação aos seis primeiros meses de 2016.

O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, fechou o segundo trimestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro trimestre, na série ajustada sazonalmente.

O setor de serviços, por sua vez, subiu 0,6%. O setor agropecuário, que costuma puxar o indicador para cima, se manteve estável, sem variação.

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