PF prende irmão de Joesley, Wesley Batista em São Paulo

PF prende irmão de Joesley, Wesley Batista em São Paulo

PF prende irmão de Joesley, Wesley Batista em São Paulo

Wesley foi levado para a Polícia Federal.

Ele foi preso na investigação do uso de informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro entre abril e 17 maio de 2017, data de divulgação de informações relacionadas ao acordo de colaboração premiada firmado entre executivos da J&F e a Procuradoria Geral da República (PGR). O relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, acatou o pedido de prisão temporária por conta de indícios de que Joesley tenha omitido informações na delação feita à PGR - o que anularia o acordo que lhe garante imunidade. Os dois passarão por exame de corpo de delito antes de serem alocados na cela da Superintendência da PF em Brasília, onde devem permanecer por ao menos cinco dias - prazo da prisão temporária.

Joesley Batista e Saud embarcaram no início da tarde em avião da Polícia Federal no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, rumo à capital federal, onde desembarcaram por volta das 15h30. Wesley é irmão de Joesley Batista, acionista da J&F, que está preso desde segunda-feira (11) em Brasília.

A ação desta segunda-feira é a segunda fase da Operação Tendão de Aquiles, que foi deflagrada inicialmente em 9 de junho; quando foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva. Com isso, as apurações apontam que a empresa manipulou o mercado e influenciou os acionistas a absorver parte do prejuízo com a "baixa" de ações, que a FB Participações teria sofrido sozinha.

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O segundo evento investigado é a intensa compra de contratos de derivativos de dólares entre 28 de abril e 17 de maio por parte da JBS; fora do padrão de movimentação comum da empresa, gerando ganhos decorrentes da alta da moeda norte-americana após a revelação da delação.

Os suspeitos poderão responder por crime de uso de informação relevante, ainda não divulgada ao mercado, para propiciar vantagem indevida com valores mobiliários.

As celas da superintendência da PF já foram ocupadas por Rodrigo da Rocha Loures, que ficou conhecido como 'deputado da mala' e pelo ex-senador Delcídio do Amaral.

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