ONU afirma que teste nuclear norte-coreano é o maior já registrado

A Coreia do Sul disse nesta segunda-feira estar conversando com os Estados Unidos sobre mobilizar porta-aviões e bombardeiros estratégicos para a península coreana, devido a sinais de que a Coreia do Norte pode lançar um míssil balístico intercontinental (ICBM) depois do sexto e maior teste nuclear do regime norte-coreano.

Quanto ao Reino Unido, a BBC diz que a primeira-ministra britânica, Theresa May, classificou de "imprudente" e "uma ameaça inaceitável para a comunidade internacional" o teste nuclear norte-coreano.

"O Brasil condena e apoia resolução da ONU aplicando sanções à Coreia do Norte".

Segundo a agência Reuters, este é o sexto teste atômico feito por Pyongyang nos últimos 11 anos.

A reação do líder russo veio no seguimento da Coreia do Sul não ter descartado a possibilidade de se colocarem armas nucleares tácticas norte-americanas no seu território, uma significativa mudança de posicionamento por desde início da década de 90 ter recusado constantemente esta medida de dissuasão contra o seu rival do norte.

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"Este ato é também profundamente desestabilizador para a segurança regional", lamentou o diplomata português, que acusou a Coreia do Norte de ser o "único país que segue rompendo a norma contra os testes de detonações nucleares". As ações são uma resposta ao novo teste nuclear realizado pelo país asiático na madrugada de ontem. Juntamente com a Corei do Sul, o Japão vai solicitar uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Seul afirmou que a potência do teste nuclear norte-coreano foi estimada em 50 quilotons, cinco vezes mais que o último teste nuclear realizado por Pyongyang em setembro do ano passado e três vezes mais que a bomba americana que destruiu a cidade japonesa de Hiroshima em 1945.

"A Rússia condena estes exercícios" da Coreia do Norte, que reivindicou no domingo o teste bem-sucedido de uma bomba H, "mas o recurso a sanções é, neste caso, inútil e ineficaz", afirmou Putin, à margem de uma cimeira dos países BRICS.

Trump disse também que "os Estados Unidos estão considerando, dentro do leque de opções, suspender todo o comércio com qualquer país que faça negócios com a Coreia do Norte".

O secretário-geral da ONU reiterou seus pedidos ao regime de Kim Jong-un para que interrompa suas ações armamentistas e "cumpra totalmente" com as resoluções que lhe foram impostas pelo Conselho de Segurança, e indicou que está em contato "com todas as partes".

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