Fachin devolve delação do operador Lúcio Funaro à PGR para ajustes

Fachin devolve delação do operador Lúcio Funaro à PGR para ajustes

Fachin devolve delação do operador Lúcio Funaro à PGR para ajustes

O montante foi enviado, segundo o delator, por Joesley Batista, dono do grupo J&F, controlador da JBS.

Nesta quinta-feira 31, Rodrigo Janot, procurador-geral da República, devolveu ao Supremo Tribunal Federal o acordo de delação premiada de Lúcio Funaro, operador do PMDB ligado ao ex-deputado Eduardo Cunha.

Acusado de participar de desvios do Fundo de Investimentos do FGTS, da Caixa Econômica Federal, em parceria com Cunha, Funaro confessou crimes, descreveu o envolvimento de parlamentares nas negociatas e entregou provas "fortes" de movimentação ilegal de dinheiro. Funaro recebia 12%, enquanto os 8% restantes eram divididos entre o próprio Cleto e o empresário Alexandre Margotto, apontado como ex-assessor de Funaro.

Em outro depoimento, no último dia 7, Lúcio Funaro também relatou que fez várias entregas de "malas de dinheiro" nas mãos de Geddel em uma sala do aeroporto de Salvador (BA).

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Depois de ser homologada, a delação volta para análise da Procuradoria, que poderá usar as informações em inquéritos em andamento ou pedir novas investigações, havendo a possibilidade de que os dados sejam usados em uma eventual nova denúncia contra Temer.

O ministro Edson Fachin recebeu o material da delação de Funaro nessa terça-feira.

Fachin havia devolvido o acordo para alteração de uma cláusula que impedia Funaro de responder a ações de improbidade da área cível. Só depois disso, decidirá sobre a homologação. O relatório com o conteúdo da delação deve ser homologado pela Suprema Corte, após ouvir o colaborador. O advogado Marcelo Leal, que defende o ex-ministro, disse ainda que não havia conversado com Alves sobre o suposto recebimento de R$ 7 milhões em espécie para sua campanha.

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