Economia cresceu 3% no segundo trimestre

Economia cresceu 3% no segundo trimestre

Economia cresceu 3% no segundo trimestre

Esta é a segunda revisão em alta do PIB do segundo trimestre feita pelo INE: em 31 de Agosto, a autoridade estatística disse que a economia tinha crescido 2,9% entre Abril e Junho, acima dos 2,8% divulgados na estimativa rápida de 15 dias antes.

O crescimento da economia portuguesa no segundo trimestre foi novamente revisto em alta pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), sendo agora estimado que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha crescido 3%, o ritmo mais alto em quase 17 anos.

O INE divulga esta sexta-feira a taxa de poupança das famílias registada no ano terminado no primeiro semestre, tendo o ministro das Finanças afirmado em junho que estão criadas as condições para que este indicador inverta a tendência de queda e comece a recuperar.

Na variação em cadeia, ou seja, quando se olha para a evolução da economia no segundo trimestre em relação ao comportamento no trimestre anterior, o crescimento do PIB foi de 0,3% (neste caso sem diferença face à estimativa arredondada já conhecida), continuando assim a ser inferior ao crescimento em cadeia de 0,9% registado no primeiro trimestre (na comparação entre os meses de Janeiro a Março com o que aconteceu nos três meses imediatamente anteriores).

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As atividades da agropecuária, da indústria e de serviços devem registrar avanços de 1,5%, 2,6% e 1,9%, respectivamente. Ele também estima que, se o dólar ficar ancorado ao redor de R$ 3,10, os juros podem ficar abaixo de 7% ao ano.

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Isso porque, após uma gravidez de risco, a famosa deu à luz a Manuela com bastante saúde. A bela também já é mãe de Arthur - do casamento com João Marcello Bôscoli -, de 6 anos.

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E isso marcou a geração. "O nosso compromisso é com a Nação, independente de sermos aplaudidos ou não". Mourão é secretário de Economia e Finanças do Comando do Exército , e subordinado ao comandante.

O objetivo do Governo para o conjunto deste ano é reduzir o défice para 1,5% do PIB. O INE revela um crescimento de 3% do PIB.

Durante um almoço numa freguesia do concelho da Batalha, Leiria, Passos Coelho alertou para o facto de "nos primeiros seis meses do ano", o investimento público "só cresceu 1,2% em relação ao ano anterior".

Por oposição, os suecos (18,6%), os alemães (17,3%) e os eslovenos (14,8%) foram os europeus que pouparam uma proporção maior do seu rendimento disponível em 2015, de acordo com dados do Eurostat. O seu valor estabilizou em relação aos níveis do primeiro trimestre, continuando a corresponder a 5,2% do rendimento disponível.

O capital injecto na Caixa Geral de Depósitos no início do ano pode ter forte impacto nas contas, uma vez que, caso toda a operação seja registada como despesa, possa resultar num défice superior a 3% do PIB. A razão principal, diz o INE, tem a ver com a "diminuição em 7,7% dos impostos sobre o rendimento pagos pelas famílias e do aumento de 1,1% das remunerações recebidas, que mais que compensaram a redução dos rendimentos líquidos de propriedade". Este efeito, antecipa o INE, "tenderá a ser compensado no trimestre seguinte".

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