Depois de Facebook e Instagram, WhatsApp bloqueado na China

Depois de Facebook e Instagram, WhatsApp bloqueado na China

Depois de Facebook e Instagram, WhatsApp bloqueado na China

O governo chinês bloqueou todas as funcionalidades do Whatsapp no país, segundo especialistas de segurança entrevistados em reportagem do jornal "The New York Times" publicada segunda-feira (25).

O WhatsApp, que criptografa suas mensagens e dificulta a monitoração por terceiros, é utilizado por dissidentes e ativistas para evitar os aplicativos chineses que passam informação ao regime e compartilham informação de maneira segura. Segundo o especialista da Symbolic Software, Nadim Kobeissi, o bloqueio de mensagens de texto demorou devido a adaptação da "firewall" chinesa.

O WhatsApp é conhecido por encriptar as mensagens, tornando difícil monitorizar o que os utilizadores fazem.

No comentário foi dito: "Junta-te comigo ao EI [Estado Islâmico] ", num grupo de conversação com cerca de 300 pessoas.

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O Wechat pertence a gigante chinesa da Internet Tencent que censura frequentemente mensagens que contenham palavras que envolvam política, como aconteceu com a data do massacre de Tiananmen, dia 04 de junho de 1989.

As autoridades chinesas parecem ter obstruído severamente a rede de mensagens WhatsApp, em uma tentativa de endurecer a censura antes da realização do congresso do Partido Comunista Chinês, no próximo mês.

A Administração do Ciberespaço da China publicou neste mês um regulamento que determina que as empresas do setor efetuem a verificação das entidades reais dos membros dos grupos de conversação no espaço "online" e reforcem o controle acerca dos comentários "online".

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