Depois de Facebook e Instagram, WhatsApp bloqueado na China

Depois de Facebook e Instagram, WhatsApp bloqueado na China

Depois de Facebook e Instagram, WhatsApp bloqueado na China

O governo chinês bloqueou todas as funcionalidades do Whatsapp no país, segundo especialistas de segurança entrevistados em reportagem do jornal "The New York Times" publicada segunda-feira (25).

O WhatsApp, que criptografa suas mensagens e dificulta a monitoração por terceiros, é utilizado por dissidentes e ativistas para evitar os aplicativos chineses que passam informação ao regime e compartilham informação de maneira segura. Segundo o especialista da Symbolic Software, Nadim Kobeissi, o bloqueio de mensagens de texto demorou devido a adaptação da "firewall" chinesa.

O WhatsApp é conhecido por encriptar as mensagens, tornando difícil monitorizar o que os utilizadores fazem.

No comentário foi dito: "Junta-te comigo ao EI [Estado Islâmico] ", num grupo de conversação com cerca de 300 pessoas.

Novo terremoto atinge o México neste sábado
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram a violência do terramoto, a queda de edifícios e mesmo uma forte explosão num imóvel. O tremor de terra teve uma magnitude de 5,9 e registou-se junto a Tonala, no sul do país.

Novo terremoto de 6,2 graus atinge região central do México
A mesma fonte disse que 11 alunos foram retirados com vida da escola, onde morreram 19 crianças e seis adultos. Além disso, um outro sismo de 8,1 graus já tinha atingido o país há apenas duas semanas, deixando 98 mortos.

¿Qué dijo Peña acerca de la muerte de Nisman?
Prueba de ello son los lugares del baño en el que aparecieron las manchas de sangre. Un golpe fracturó la nariz de Nisman y el otro impactó en la zona subhepática.

O Wechat pertence a gigante chinesa da Internet Tencent que censura frequentemente mensagens que contenham palavras que envolvam política, como aconteceu com a data do massacre de Tiananmen, dia 04 de junho de 1989.

As autoridades chinesas parecem ter obstruído severamente a rede de mensagens WhatsApp, em uma tentativa de endurecer a censura antes da realização do congresso do Partido Comunista Chinês, no próximo mês.

A Administração do Ciberespaço da China publicou neste mês um regulamento que determina que as empresas do setor efetuem a verificação das entidades reais dos membros dos grupos de conversação no espaço "online" e reforcem o controle acerca dos comentários "online".

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