Delações da Odebrecht envolvendo Lula continuam como Moro, decide Supremo

Delações da Odebrecht envolvendo Lula continuam como Moro, decide Supremo

Delações da Odebrecht envolvendo Lula continuam como Moro, decide Supremo

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediram ao juiz federal Sergio Moro que reconsidere sua decisão e revogue o bloqueio de bens do petista, sob alegação de que o juiz da Lava Jato não teria a competência jurídica para decretar essa medida. Os três são réus por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo o MPF (Ministério Público Federal), estão envolvidos em irregularidades na compra de 1 terreno para o Instituto Lula, em São Paulo.

O pedido de propina teria sido feito pelo ex-gerente da estatal Pedro Barusco a executivos da Odebrecht.

O procedimento investigatório foi instaurado com base nas colaborações premiadas de Márcio Faria da Silva, Rogério Santos de Araújo e Marcelo Bahia Odebrecht, que afirmaram que os valores arrecadados seriam repartidos entre funcionários da Petrobrás e políticos do PT.

Por unanimidade, os ministros da Segunda Turma que participaram da sessão desta terça - Edson Fachin, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski - entenderam que o caso tem relação com fatos ligados a processos com Moro, e por isso, o mantiveram no Paraná.

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Com a negativa, a ação deve seguir normalmente. Os interrogatórios começam a partir de 4 de setembro.

"Quanto a essas questões de incompetência do Juízo para o inquérito originário da Operação Lavajato ou de vício de distribuição, as Defesas repetem questões antigas, mais próprias daqueles processos do que deste, e que já foram rejeitadas não só por este Juízo, mas também pela instância recursal, sendo que sequer fazem sentido, como a suposta manipulação de distribuição de processo quando a Vara, na época, era a única competente para o processo e julgamento de crimes de lavagem de dinheiro no território paranaense", despachou Moro.

Na sentença, o juiz da Lava Jato decretou o confisco do imóvel do Guarujá e impôs multa de R$ 16 milhões ao petista e a outros dois réus, o empreiteiro Léo Pinheiro e o executivo Agenor Franklin Medeiros, ambos da OAS.

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