Defesa oferece passaporte de Miller para Supremo rejeitar pedido de prisão

Defesa oferece passaporte de Miller para Supremo rejeitar pedido de prisão

Defesa oferece passaporte de Miller para Supremo rejeitar pedido de prisão

Janot também suspeita que o ex procurador Marcelo Miller atuou como agente duplo durante o processo de delação. A informação foi confirmada pela assessoria da companhia. Fachin não autorizou, porém, a prisão do ex-procurador da República Marcello Miller, conforme pedido feito pelo chefe do Ministério Público. Além disso, afirmou que tomou conhecimento do pedido pela imprensa "e estranha que tenha sido apresentado no mesmo dia em que estava esclarecendo todos os fatos ao Ministério Público".

Em relação aos delatores, a prisão foi autorizada porque eles são suspeitos de omitir informações dos investigadores, o que quebra cláusulas do acordo.

Fachin havia determinado que o cumprimento dos mandados ocorressem com a "máxima discrição e com a menor ostensividade", evitando o uso de algemas, pois não se trata de pessoas perigosas.

"Deverá a autoridade policial responsável pelo cumprimento das medidas tomar as cautelas apropriadas, especialmente para preservar a imagem dos presos, evitando qualquer exposição pública".

PGR denuncia alto escalão do PMDB por organização criminosa
A denúncia pede R$ 100 milhões pelos danos patrimoniais (desvios) e R$ 100 milhões por danos morais causados pelas condutas dos acusados.

Benfica novamente no caminho do SC Braga
A grelha do sorteio ditou também que na primeira jornada o cabeça-de-série de cada grupo joga em casa com a equipa do Pote 2. Refira-se que a Liga informou ainda que o FC Porto-Benfica do campeonato disputa-se a uma sexta-feira, 1 de dezembro.

William Bonner quebra o pé e se afasta do Jornal Nacional
Passagens e hospedagens tiveram de ser canceladas às pressas. "Mas, na segunda, o tio volta ", postou. Isso porque o apresentador quebrou o pé e terá que ficar sem pisar no chão durante o período.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Facchin, concedeu o pedido de prisão do empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, além do diretor financeiro da empresa, Ricardo Saud. Na nota, o ex-procurador afirma que "continua à disposição, como sempre esteve, para prestar qualquer esclarecimento necessário e auxiliar a investigação no restabelecimento da verdade".

Os pedidos foram motivados pelo conteúdo de uma gravação entregue pela própria defesa do Grupo J&F, na qual Saud e Joesley falam sobre a suposta interferência de Miller para ajudar nas tratativas de delação premiada. Fachin, no entanto, não viu motivos para a prisão do ex-procurador da República. "Dessa forma, em prol do contraditório e da ampla defesa, requer-se a intimação dos peticionários, bem como a cópia do requerimento e das peças necessárias, para manifestação, consoante o texto legal mencionados", pediu a defesa de Joesley Batista e Ricardo Saud, afirmando que os clientes estão dispostos a cumprir a lei. Os advogados apontam ainda que eles aguardam para serem ouvidos.

"O empresário e o executivo enfatizam a robustez de sua colaboração e seguem, com interesse total e absoluto, dispostos a contribuir com a Justiça", completou a nota. "Depois vamos botar tudo na conta do Zé", diz Joesley no áudio divulgado pelo STF.

O termo de delação prevê que o acordo perderá efeito se, por exemplo, o colaborador mentiu ou omitiu, se sonegou ou destruiu provas.

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